May 28, 2009

lei que obriga divulgação de gastos públicos na internet

Lula sanciona lei que obriga divulgação de gastos públicos na internet

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 28 de maio de 2009 às 08h42
Atualizada em 28 de maio de 2009 às 11h09

Brasília - Lei complementar sancionada pelo presidente na quarta-feira (27/5) envolve órgãos dos governos federal, estatuais e municipais.

Receitas e gastos de órgãos dos governos federal, estaduais e municipais devem ser publicados na internet no prazo de um a quatro anos. As medidas obrigatórias foram definidas em uma lei complementar sancionada na quarta-feira (27/5) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada nesta quinta-feira (28/5) no Diário Oficial da União.

A internet ajuda a combater a corrupção?

A finalidade da Lei Complementar n.º 131 é dar transparência à administração pública, além de incentivar a participação popular e a realização de audiências públicas na elaboração de planos e diretrizes orçamentárias.

O gestor que não divulgar as informações poderá ter congelado o repasse de verbas federais. Qualquer cidadão, partido político, sindicato ou associação pode denunciar aos tribunais de contas e Ministério Público quem não estiver cumprindo a lei. 

O prazo para que os órgãos governamentais coloquem a medida em prática é de um ano para União, Estados, Distrito Federal e cidades com mais de 100 mil habitantes, dois anos para municípios de 50 a 100 mil habitantes e quatro anos para cidades com até 50 mil habitantes.


Linkedin web

Como usar a internet para obter um emprego

Sites especializados e redes sociais oferecem milhares de vagas; saiba como usar a rede a seu favor
Reid Hoffman, do LinkedIn
Dave Getzschman/Divulgação
Reid Hoffman, criador do LinkedIn: 41 milhões de usuários em 200 países
 
Por Marcio Orsolini | 28.05.2009 | 08h35

Portal EXAME -

A vitrine de uma loja é o principal artifício para chamar atenção dos clientes para os produtos. Todo mundo olha o que a loja oferece e até quem não pensava em comprar pode mudar de ideia se o produto for de qualidade. Com a internet não é diferente. Principalmente para quem deseja encontrar uma oportunidade de emprego. Com a proliferação de sites especializados em carreira e redes sociais, é possível fazer da web uma vitrine. E acredite: os recrutadores estão de olho.

Segundo as principais consultorias de recursos humanos ouvidas pelo Portal EXAME, a internet se tornou uma das principais fontes de busca por profissionais e de divulgação de vagas de emprego. "Ela democratiza o acesso às vagas. Todo recrutador profissional vai pesquisar na internet e nas redes sociais. É uma forma eficiente de aumentar o leque de opções", diz Willian Bull, consultor sênior de capital humano da consultoria de recursos humanos Mercer.

Em pesquisa recente, o Ibope Nielsen Online constatou que os brasileiros passam em média 26 horas online por mês - e boa parte desse tempo usado na busca de um emprego. Os sites enquadrados na categoria "carreira" tiveram 5,1 milhões de usuários únicos em dezembro, o equivalente a 20% dos internautas residenciais do país. Hoje há cerca de 100 sites de carreira, envio de currículos ou concursos públicos, além de redes sociais especializadas em emprego.

A internet, no entanto, não substitui tradicionais etapas até a contratação como entrevistas com headhunters, RH de empresas e com o empregador direto, a quem cabe a decisão final. Mas é uma grande vitrine para mostrar suas competências profissionais. Veja a seguir como usar a internet para encontrar oportunidades de emprego.

Redes sociais
Se engana quem pensa que as redes sociais servem apenas para o lazer. O fato de poder formar uma rede de contatos fez com que o uso de ferramentas como Orkut e Facebook, por exemplo, se tornassem um meio de buscar emprego e se mostrar disponível às novas oportunidades. No Orkut, a rede de relacionamentos mais popular no país, há 996 comunidades com a palavra "emprego". Elas oferecem vagas com carteira assinada, trabalhos temporários, estágios e programas de trainee nas mais diversas áreas e regiões do país. A comunidade "Empregos em São Paulo", por exemplo, conta com quase 10.000 membros.

Recentemente, o serviço de microblogs Twitter vem ganhando a atenção dos usuários. Ele é a rede que mais cresce em todo o mundo. Lançado em 2004, o Twitter registrou 19,1 milhões de usuários em março, segundo a comScore, empresa de medição de audiência na internet, um aumento de 194% em relação a fevereiro. É claro que uma rede tão grande se torna um bom lugar para a divulgação de vagas. Pensando nisso, o foi inaugurado o serviço Twitter Jobs, que compila vagas de diversas áreas postadas na rede.

Mas há também perfis criados especificamente para isso. É o caso de Trampos, criado em maio de 2008, pelo webdesginer Tiago Yonamine, destinado principalmente à profissionais que trabalham com internet. Desde então foram postadas 280 vagas e cerca de 50 pessoas foram contratadas. Entre elas está a designer industrial Vanessa Marques. A paulistana de 29 anos trabalha como arquiteta de informação da agência de publicidade Almap BBDO há oito meses. Ela decidiu procurar uma nova oportunidade quando soube que a produtora onde trabalhava iria fechar. "Consegui cinco entrevistas em um mês. Foi a primeira vez que procurei emprego na internet", conta ela que também ficava de olho nas oportunidades do portal Click Jobs, especializado em vagas para a internet.

Sem dúvida a rede social que mais se destaca na busca por empregos e formação de contatos é o LinkedIn. Criado em 2003 pelo empresário americano Reid Hoffman (leia entrevista aqui), o site conta hoje com 41 milhões de usuários - 500 mil deles só no Brasil, o que faz o país figurar na lista dos dez maiores em número de cadastrados. Gratuitamente, profissionais de qualquer área e escolaridade podem se cadastrar e participar de grupos de empregos. Mesmo com essa democracia, o LinkedIn se tornou referência para headhunters em busca de profissionais qualificados. E tem se mostrado eficaz.

É o caso da analista de TI Solange Oliveira, de 40 anos. Há três anos quando ela criou um perfil no LinkedIn, seu objetivo inicial era outro. "Queria apenas manter contato com as pessoas que trabalharam comigo. Não acreditava que poderia conseguir um emprego", diz ela. A rede de contatos - uma das bases do site - ajudou Solange. Depois de deixar o cargo de gerente de TI, ela avisou em seu perfil que buscava novas oportunidades. No mesmo dia, recebeu o contato do diretor de uma empresa de materiais esportivos para saber se ela gostaria de participar de um novo projeto. O diretor da empresa é amigo de um ex-colega de trabalho de Solange, que a recomendou para a vaga. "Nós marcamos uma conversa pelo Skype e depois de três semanas fechamos o contrato quando ele veio participar de um evento em São Paulo", conta ela que hoje ganha o dobro do salário anterior como diretora de e-commerce. O projeto, ainda sigiloso, vai construir uma rede de e-commerce para a empresa. Agora, ela também está contratando novos profissionais para sua equipe via LinkedIn. 

QI com recompensa
Uma das formas mais comuns encontradas por consultores de recursos humanos para encontrar candidatos é a indicação. Pensando nisso, dois novos sites apostam na figura do indicador para encurtar o tempo do processo de seleção, baseados no site inglês Zubka. Em março deste ano, a empresa de RH Allis, uma das maiores do Brasil, lançou o Indica, um site de hunting online.

O Indica é procurado por empresas para divulgar oportunidades de emprego. Qualquer um pode indicar profissionais que atendam aos requisitos das vagas divulgadas no site. A empresa faz então uma triagem dos melhores candidatos e envia para as empresas. Se alguém da lista for contratado, o Indica recebe uma comissão de 60% do salário mensal do novo funcionário. Já a pessoa que fez a indicação pelo site recebe uma comissão de 300 a 2.500 reais.

"A ideia é que em dois ou três dias você tenha uma lista de candidatos para uma vaga, enquanto um processo de seleção normal, sem o uso de internet, mas através de headhunters, leva cerca de duas semanas", explica o criador do site Dan Turkieniez. Segundo ele, o serviço é particularmente interessante para empregos com salários de 2.000 a 15.000 reais, um nicho ainda pouco atendido por headhunters e consultorias de RH.

A base atual do site tem 5.000 indicadores e cem empresas cadastradas – entre elas, a Natura e a Odebrecht. Para evitar indicações aleatórias de candidatos, apenas visando a recompensa, o número do CPF é pedido na hora do registro, e um ranking de indicadores é feito regularmente. "Quem abusar, fica bloqueado no sistema", diz Dan.

O Indica foi inaugurado recentemente, mas já possui concorrentes. O engenheiro Helder Santos e a consultora de recursos humanos Fran Winandy criaram em novembro de 2008 oAlludere. A ideia do site é focar também nos indicadores. Neles e nas empresas apenas. A empresa anuncia suas vagas e o site dispara alertas para sua rede de 1 000 indicadores que enviam currículos de candidatos à Alludere. Lá é feita uma triagem dos candidatos e os mais qualificados são encaminhados para a próxima etapa do processo.

"Como ainda somos um serviço recente, as empresas ainda mantém paralelamente seus próprios métodos de seleção, seja por headhunters ou internamente", explica Fran. Caso um candidato seja contratado pela empresa, o indicador recebe 50% dos honorários pagos a Alludere. "Nosso preço varia de 8% a 11% do salário anual. A ideia é ter o valor menor que um headhunter, que cobra de 15% a 22%", diz Fran.

Há quase dois meses, a publicitária Flávia Favaro Moreno, de 33 anos, foi contratada como gerente de comunicação corporativa da Eurofarma num processo que durou apenas dez dias. A indicação foi da administradora Christine Gautier, da Bebop Consulting, com quem a Alludere já havia entrado em contato para fazer parte do banco de indicadores. "Depois da entrevista com a Christine passei por mais duas etapas: entrevista no RH da empresa e com a diretora da minha área", conta Flávia.

Cadastre seu currículo 
Uma das dicas dos profissionais de recursos humanos é para que os candidatos se cadastrem na página do trabalhe conosco. "É o primeiro lugar que as empresas olham quando precisam de alguém", diz Jairo Okret, sócio-diretor da Korn/Ferry, responsável pela área de TI para busca de profissionais. Para a consultora Jacqueline Resch, da Resch Recursos Humanos, os candidatos não apenas cadastrar, mas sempre atualizar seus currículos em sites de empresas.

Tradicionais e eficazes também são os sites que funcionam como banco de currículos. Um exemplo é o americano Monster, um dos maiores do mundo, com 80 milhões de cadastrados. Criado em 1994, o site só chegou ao Brasil há dois anos. A versão nacional ainda é pequena, mas vem apresentando um forte ritmo de crescimento. Em janeiro de 2008 havia 20 000 usuários. Um ano depois o número saltou para 180 000, com a maioria das vagas para ensino superior, com foco em nas áreas de vendas, marketing, finanças, TI, telecom, administrativo e engenharia. O usuário se cadastra no banco de dados gratuitamente.

Criado em 1996, o Catho é um dos mais populares sites de emprego do país. O site é indicado principalmente para profissionais com salários de até 5.000 reais. Hoje, ele conta com uma base de 1,9 milhão de inscritos – sendo 200 mil ativos, que concorrem a milhares de vagas em diversas áreas. Em média, o site diz que ajuda na contratação de 7.000 pessoas por mês.

O analista contábil Eber do Vale, de 38 anos, conseguiu pela segunda vez um emprego pelo site Catho. Em dezembro do ano passado, ele resolveu fazer o teste de uma semana gratuita oferecida pela empresa. No mês seguinte, o RH de uma consultoria entrou em contato com ele e, depois de uma bateria de testes, conseguiu a vaga. No entanto, o emprego não era o que Eber estava esperando. Novamente ele decidiu utilizar o Catho, dessa vez pelo plano mensal que saiu por 59 reais. Na semana seguinte foi contatado por outra empresa, onde trabalha desde abril.

Para atender à população com menos escolaridade, o governo do Estado de São Paulo encontrou na internet uma forma de organizar as vagas disponíveis. Lançado em novembro de 2008, o site Emprega São Paulo reúne atualmente 501.000 vagas nas mais diversas áreas. Desde sua criação as mais oferecidas foram faxineiro, vendedor, operador de telemarketing entre outras. O resultado é positivo. Até agora 6.000 pessoas foram contratadas.

Como aparecer na internet
- Cadastre-se no canal "Trabalhe Conosco" das empresas que você tem interesse. É o primeiro lugar onde as empresas buscam novos profissionais.
- Mantenha seu currículo atualizado em sites de recrutamento e consultorias de RH.
- Nas redes sociais, faça networking com pessoas da área que você atua. Mostre-se disponível a novas oportunidades, mas tome cuidado com a exposição excessiva.
- Manter um blog sobre o assunto que você domina é um jeito de divulgar seu trabalho.
Fontes: consultores e headhunters


''Os brasileiros sabem usar a internet muito bem''

Em entrevista exclusiva, o fundador do LinkedIn, Reid Hoffman, fala sobre como usar a web para buscar oportunidades de emprego e fazer contatos
 
Por Marcio Orsolini | 28.05.2009 | 08h36

Portal EXAME -

O LinkedIn é a maior rede social voltada para contatos profissionais do planeta. Sucesso também no Brasil, o site é bastante consultado por headhunters e profissionais da área de recursos humanos para encontrar candidatos a empregos disponíveis nas empresas. Em entrevista ao Portal EXAME, o fundador do LinkedIn, Reid Hoffman, fala sobre como usar a web para buscar oportunidades de emprego e fazer contatos.

Como as pessoas devem usar a internet para encontrar um emprego?
Hoje em dia todo mundo deve ter um perfil online. Se há uma coisa a ser feita, é manter um perfil completo com suas experiências profissionais e escolaridade. Perfis mais completos têm chances 50 vezes maiores de ser contatado para vagas do que aqueles que deixam um breve resumo. É interessante também estabelecer contatos na rede, o que aumenta suas chances de encontrar alguma oportunidade.

Com frequência empresas verificam o perfil de um candidato em redes sociais mais ligadas ao lazer como o Orkut. Em alguns casos o candidato pode até perder a vaga dependendo de sua postura. O senhor concorda com essa atitude?
Realmente pode ser prejudicial ao candidato revelar informações pessoais em excesso na internet. Geralmente eu aconselho às pessoas a manter seus perfis sociais, como o Orkut, protegidos, e o profissional, como o LinkedIn, público. Se você busca emprego na rede, é o seu perfil profissional que deve ficar visível para a maior quantidade de pessoas.

Além do LinkedIn, o senhor acha que outras redes funcionam?
Orkut e Twitter podem ajudar a encontrar vagas caso você diga a todos os seus contatos que você está procurando por novas oportunidades. Esses sites não representam sua identidade profissional, mas são boas formas de manter e aumentar a rede de contatos.

O Twitter é a grande novidade atualmente. O que o senhor acha da ferramenta?
Ele está crescendo a taxas incríveis, mas acredito que as pessoas ainda estão aprendendo a melhor maneira de usá-lo. De fato é uma ferramenta de comunicação importante.

Por que decidiu criar o LinkedIn?
Como empresário, decidi construir uma ferramenta de sucesso. Criei o LinkedIn porque achava que poderia mudar a forma de trabalhar e tornar os contatos mais eficazes. O que faz uma pessoa um bom profissional é a habilidade de aumentar os contatos. A internet é uma arma poderosa para isso.

A que você atribui o sucesso do LinkedIn, que hoje já tem 41 milhões de usuários em 200 países?
Acredito que seja exatamente esse objetivo de criar uma rede de contatos profissionais. O LinkedIn não é um site que você utiliza apenas para buscar emprego. É um lugar onde você pode criar sua identidade profissional. Como resultado, o site é relevante até mesmo quando alguém não está procurando emprego. Há um novo membro por segundo atualmente.

O senhor planeja parcerias com universidades em busca de novos talentos?
As universidades geralmente criam um canal de alunos. Não é necessária uma parceria formal.

O senhor tem contato com headhunters e empresas que estão em busca de profissionais?
Sim, as empresas nos pedem para ajudá-las a encontrar algum talento. Nós oferecemos serviços corporativos para ajudar as empresas a contratarem.

Há apenas um escritório fora dos Estados Unidos, ele está em Londres. Pretende abrir mais?
Nós temos planos de expansão, mas nada oficial até agora.

O Brasil é um bom mercado?
Sim, é o nosso maior mercado na América Latina com cerca de 500 mil cadastrados. Acredito que isso acontece porque os brasileiros sabem como usar a internet muito bem. Enquanto usam o Orkut para o lazer, eles acessam o LinkedIn para o lado profissional.

Acredita que empresas 2.0 vão desaparecer com a crise?
Com essa recessão, quem não tiver um modelo de crescimento sustentável certamente vai desaparecer.

Recentemente o senhor mencionou que não tem planos para fazer um IPO. Mas considera a possibilidade no futuro?
É possível, porém estamos focando na ampliação da empresa e na construção de seus valores. Já que não precisamos do dinheiro de investidores, é uma boa razão para não fazer uma oferta de ações agora. O LinkedIn se sustenta sozinho, não é necessário colocar dinheiro meu nele. Preciso investir meu tempo. Neste ano estamos investindo em infraestrutura e na contratação de novos funcionários.

Numa entrevista recente, o senhor disse que pergunta aos candidatos entrevistados o que eles escreveriam em suas lápides. Qual seria o texto da sua?
Espero que eu ainda tenha muito tempo para trabalhar nisso, mas acredito que colocaria algo como "empresário que fez a diferença na vida de milhões".

http://portalexame.abril.com.br/carreira/brasileiros-sabem-usar-internet-muito-bem-473514.html


 Reid Hoffman, criador do LinkedIn

liderança do Google

Novas buscas não ameaçam liderança do Google, dizem especialistas

Por Computerworld/EUA
Publicada em 28 de maio de 2009 às 12h44
Atualizada em 28 de maio de 2009 às 12h56

Framingham - Competição gerada por lançamento da Wolfram Alpha e do Kumo, da Microsoft, pode resultar na melhoria das ferramentas de busca.

O lançamento do mecanismo de busca Wolfram Alpha na última semana e a revelação da nova busca que a Microsoft está prestes a lançar estão criando certo desconforto no gigante das buscas Google.

A incomum atividade no mercado de buscas têm feito analistas olharem menos para as capacidades específicas das ferramentas Wolfram Alpha e Microsoft Kumo e mais para como o Google irá reagir. O nome da empresa se tornou sinônimo da palavra busca quase em todo o mundo, mas o Google dificilmente encarou um rival tão exageradamente anunciado quanto o Wolfram Alpha ou uma campanha de marketing tão agressiva quanto a preparada pela Microsoft.

> Buscas: setor vê novidades

"A Microsoft teve muito tempo para estudar o que os usuários querem e precisam em busca e fazer um produto convincente que consiga conquistar alguma porcentagem da participação do Google no mercado", disse Dan Olds, um analista da consultoria Gabriel Consulting Group. "O Google está definitivamente sob pressão da Microsoft e o Yahoo no curto prazo e do WolframAlpha no longo prazo", completou o especialista.

"No entanto, é difícil exagerar na teoria de derrubar o  Google de sua atual posição. Eles têm uma vigorosa  participação no mercado e será difícil remove-lo de lá. Mas o Google não pode se tornar complacente, pois esse seria o beijo da morte em seus negócios", completou Olds.

O novo buscador da Microsoft deve ser apresentado nesta quinta-feira (28/05), durante o evento All Things Digital, organizado pelo blog de mesmo nome que pertence à News Corp., controladora do Wall Street Journal e da agência de notícias econômicas e financeiras Dow Jones.

A ferramenta deve se chamar Bing ou Kumo. Os dois domínios já foram registrados no Brasil pela companhia.

Apesar dos rumores que circulam já vários meses, a Microsoft não confirmou nenhum detalhe da nova busca, que deve incluir alguns recursos da Powerset, um mecanismo de busca comprado pela companhia em junho do ano passado. A tecnologia da Powerset tenta entender o significado das frases que as pessoas digitam na busca e então retorna resultados baseados na interpretação.

Jim McGregor, analista da empresa de pesquisa In-Stat, disse que a Microsoft parece estar trabalhando duro para criar uma tecnologia que ofereça aos usuários a informação que eles precisam em poucos cliques, inclusive com informações que eles podem nem saber que existiam.

O analista acrescentou que a nova ferramenta é parte do plano de longo prazo da Microsoft para ir além dos fortes negócios na área de sistemas operacionais e capturar maior presença na web. "Eles precisam disso para crescer no futuro", disse McGregor. "Com todos se movendo para a computação virtualizada, ou 'em nuvem' e internet móvel, as pessoas não precisarão muito de um PC ou um grande sistema operacional. É uma grande mudança. Eles não precisam desbancar o Google, mas conquistar presença na web".

Ambos os especialistas afirmam que a Microsoft não pretende tirar o Google do topo do ranking das buscas. A gigante do software quer tomar um pouco da força do Google no mercado, mas há poucas chances de que o líder das buscas será atingido tão cedo.

"O Google irá inovar. Acho que com toda essa competição, veremos novos recursos e ferramentas para buscas muito melhores", concluiu McGregor.


CAINDO DE MADURO

Ministério do Trabalho entra no Twitter e cria núcleo de redes sociais

Por Daniela Braun editora executiva do IDG Now!
Publicada em 27 de maio de 2009 às 16h56
Atualizada em 28 de maio de 2009 às 08h05

São Paulo – MTE contrata profissional para administrar Orkut e Twitter, tornando-se o primeiro Ministério a ter núcleo para rede social.

O Ministério do Trabalho e Empresa (MTE) aderiu ao Twitter nesta quarta-feira (27/5). Os internautas podem acompanhar e interagir com a equipe de comunicação da instituição no endereço http://twitter.com/TrabalhoGovBr, informou a assessoria do MTE pelo microblog.

No Twitter, o MTE pretende democratizar informações aos trabalhadores publicando uma média de cinco posts por dia com dados como estatísticas de emprego e desemprego, a agenda do ministro do Trabalho, além de atender demandas de debates colocados na esfera pública online.

Mais sobre Twitter:
> Varejo brasileiro aposta em promoções no Twitter
> Empresas que inovam em mídias sociais
Twitter ganha relevância em 2008
> Dicas para Twitter dentro das empresas
> Fotos: 20 perfis cômicos no Twitter

A entrada no Twitter marca uma nova estratégia do MTE para expandir sua presença em redes sociais. O órgão já possui uma comunidade no Orkut, aberta em 2008, que supera 1.100 usuários. 

O MTE é o primeiro Ministério a criar um núcleo específico para trabalhar com redes sociais informa a chefe da assessoria de comunicação social do Ministério, Naila Oliveira, ao IDG Now!. "Com as redes sociais podemos divulgar políticas públicas do MTE e ficar mais próximos do trabalhador para entender suas necessidades", afirma.

No início deste mês foi contratada uma profissional dedicada à administração de ferramentas de web 2.0 no Ministério, que é responsável pela publicação de informações no Twitter. O próximo passo do MTE, segundo Oliveira, é criar um canal no YouTube, site de vídeos do Google, ainda sem previsão de lançamento.

A comunidade do MTE no Orkut  foi criada há cerca de um ano com base na publicação trimestral Revista Trabalho. Segundo Oliveira, a próxima edição da revista, prevista para meados de junho, contará com artigos sugeridos pelos internautas.


May 27, 2009

Yahoo Start-ups

Yahoo aceitaria vender busca para a Microsoft por "navios de dinheiro"

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 27 de maio de 2009 às 17h25
Atualizada em 27 de maio de 2009 às 18h10

São Paulo - Carol Bartz, principal executiva do site, disse que, com muito dinheiro e a tecnologia certa, acordo com Microsoft pode sair.

A Chief Executive Officer (CEO) e principal executiva do Yahoo, Carol Bartz, disse nesta quarta-feira (26/5) que está aberta a fechar um acordo na área de buscas com a Microsoft, desde que a empresa ofereça "navios de dinheiro". "Com navios de dinheiro e a tecnologia certa, nós com certeza teríamos um acordo", disse Bartz. "Simples assim."

Saiba mais sobre o caso Microsoft-Yahoo

Bartz fez o comentário durante a conferência All Things Digital, ou D7, que está sendo realizada nesta semana em Carlsbad, no Estado da Califórnia. O evento é patrocinado pelo site All Things Digital, que faz parte da News Corp, empresa que controla ainda a Dow Jones Newswire (agência de notícias econômicas) e o jornal The Wall Street Journal.

O futuro do mecanismo de buscas do Yahoo é crucial para a saúde financeira da empresa. No ano passado, as duas companhias negociaram um acordo que não foi concluído por diferentes razões. Bartz e o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, conversaram sobre a possibilidade de uma aliança no setor de buscas, mas os termos de um acordo ainda não estão claros.

A executiva disse ainda que a empresa está interessada em comprar empresas  em fase inicial (startups) que ofereçam novidades nas áreas de redes sociais e vídeos, destacando que o volume de anúncios em vídeo  registrou um rápido crescimento nos últimos anos.

Questionada sobre a competição com o Google, Bartz acusou a rival de ser complexa e disse que o Yahoo segue outro caminho. "Nós queremos ser mais pessoais que o Google", disse ela, segundo uma reportagem da agência Dow Jones. "O Yahoo está no caminho de se tornar muito mais simples e, consequentemente, mais rápido."

A executiva destacou iniciativas recentes para enxugar os sites do Yahoo e simplificar a tecnologia empregada, mudanças que vão permitir à companhia se concentrar no desenvolvimento de melhorias para seus principais serviços - e-mail, páginas de notícias e de finanças. Essas páginas, segundo Bartz, serão mais "sociais" e terão uma interação maior das pessoas.

Hoje, o Yahoo é o segundo maior site de pesquisas dos EUA, com 20,4% de participação no mercado de buscas, segundo dados de abril da comScore, empresa que mede a audiência de diversos sites.  O Google está bem à frente, com 64,2% de participação, enquanto a Microsoft tem apenas 8%.


Maria Amélia Lopez

Blogueira mais velha do mundo morre aos 97 anos na Espanha

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 26 de maio de 2009 às 15h50
Atualizada em 26 de maio de 2009 às 15h53

São Paulo - Por mais de dois anos, Maria Amélia Lopez fez comentários sobre a Espanha durante a ditadura de Franco e a Guerra do Iraque.

A blogueira mais velha do mundo, Maria Amélia Lopez, morreu aos 97 anos, na cidade de Muxia, ao norte da Espanha, informou nesta terça-feira (26/5) a agência de notícias Associated Press. As causas da morte não foram divulgadas.

Maria Amélia era dona do site amis95.blogspot.com, no qual escrevia sobre diversos assuntos, desde a vida na Espanha durante a ditadura do general Francisco Franco até a invasão norte-americana ao Iraque - algo que a senhora criticava com veemência.

O blog nasceu em 2006, quando um dos netos de Maria Amélia abriu a página inicial. De lá para cá, o site atingiu a marca de 1,7 milhão de visitas. Para ela, descobrir a internet e a possibilidade de se comunicar com pessoas do mundo inteiro foram coisas que a "rejuvenesceram em 20 anos", segundo um dos textos de seu blog.

Graças ao blog, Maria Amélia chegou a se encontrar com primeiro-ministro da Espanha, Jose Luis Rodriguez Zapatero, de quem ela era uma grande fã. "Adoraria ter falado mais com ele, mas estava tão empolgada que perdi a fala", escreveu.


US$ 193 bi no Brasil em 2008

Comércio eletrônico movimenta US$ 193 bi no Brasil em 2008, aponta FGV

Por Guilherme Feiltti, editor assistente do IDG Now!
Publicada em 26 de maio de 2009 às 22h32
Atualizada em 27 de maio de 2009 às 08h54

São Paulo - Pesquisa aponta consciência das empresas para explorar diferentes canais de comunicação com clientes além do próprio site online.

Compras feitas no Brasil por empresas ou por consumidores finais pela internet durante 2008 somaram 193 bilhões de dólares, segundo a 11ª edição da pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira (26/05).

A quantia representa aumento de 13% em relação aos 170 bilhões de dólares registrados em 2007. O ritmo de crescimento do setor caiu drasticamente se comparado com os quase 50% de aumento na comparação com o ano anterior.

Do total, 140 bilhões de dólares vieram de compras feitas entre empresas, classificadas como "business to business" (B2B), enquanto os 53 bilhões de dólares restantes envolveram consumidores finais (B2C).

A participação da internet em todas as transações feitas no setor B2B é de 58,3%, aumento de três pontos percentuais em relação a 2007, quando as vendas físicas foram ultrapassadas pelas online pela primeira vez.

Entre serviços B2C, a relação das compras online comparadas ao total do setor ficou em 25,1%.

O professor da FGV responsável pelo estudo, Alberto Luiz Albertin, aponta que, em 2008, empresas perceberam que precisarão mudar de patamar para usar a internet como canal de relacionamento com seus clientes.

A preocupação com o relacionamento com o cliente, apontado pela pesquisa como prioridade entre as empresas com operações online, mostra o interesse em "novas formar de interagir com os consumidores".

Essa pressão das empresas por novos canais podem resultar, em curto prazo, em mais operações online com pagamentos eletrônicos ou canais de comunicação além do site da companhia, em uma adoção crescente de ações na mídia social.


May 26, 2009

MOBILE em 2009 e 2010



Gartner: As oito principais tecnologias móveis em 2009 e 2010



por Elia San Miguel*  

  Elia San MiguelOito tecnologias móveis apresentarão uma evolução significativa até 2010 e impactarão as estratégias e políticas móveis no curto prazo. Saiba quais são, segundo pesquisa do Gartner.

Frequentemente, os clientes do Gartner questionam sobre quais tecnologias móveis devem ser observadas para elaborarem suas estratégias e políticas de adoção. Destacamos oito principais tecnologias para 2009 e 2010, baseados nos cenários para tecnologias móveis apresentados na última rodada de Conferências Gartner no mundo.

Bluetooth 3.0
Em 2011, nos mercados em que as tecnologias móveis estão desenvolvidas, como na Europa Ocidental, mais de 95% dos dispositivos móveis incluirão Bluetooth como um recurso disponível. Esta penetração será de mais de 80% em média em todo o mundo. A especificação do Bluetooth 3.0 será lançada em 2009 e os primeiros dispositivos com esta tecnologia chegarão por volta de 2010.

O Bluetooth 3.0 habilitará o uso de novas aplicações, tornando possivel a conexão de novos dispositivos móveis periféricos e novas oportunidades de negócios. Também trará consigo desafios de segurança e privacidade renovados, pois permitirá que dispositivos móveis se comuniquem de formas inovadoras, como, por exemplo, ligar e desligar luzes e outros aparelhos eletronicos.

Interfaces móveis de usuário
As interfaces móveis de usuário afetam profundamente a experiência de uso e suporte dos dispositivos móveis. Este será também um mercado de competição intensa em 2009 e 2010, com fabricantes utilizando estas interfaces como diferenciais em seus produtos e plataformas.

Interfaces inovadoras e diversificadas tornarão o desenvolvimento e suporte a aplicações business-to-employee (B2E) e business-to-consumer (B2C) mais complexos. Algumas aplicações terão de ser reescritas para a compatibilidade com interfaces sensíveis ao toque – touch screen. Melhores interfaces tornarão a internet móvel um canal mais acessível para clientes e colaboradores.

Tecnologias de localização
A maioria dos dispositivos móveis já possui recursos de localização. O GPS será uma tecnologia importante, mas não universal. A disponibilidade de aplicações de mapeamento nestes dispositivos (como Google Maps ou Nokia Maps) facilitará o desenvolvimento de aplicações voltadas à localização. Tecnologias Wi-Fi que podem identificar a localização de um dispositivo ou etiqueta de identificação Wi-Fi já estão maduras o bastante para uma adoção em maior escala.

As tecnologias de localização tornam as aplicações móveis mais poderosas e úteis. No futuro, a localização será um componente-chave de aplicações de presença móvel e de redes sociais móveis. Entretanto, as empresas que fornecem tais aplicações deverão estar atentas às questões de privacidade e segurança.

802.11n
O padrão 802.11n permite taxas de transferência Wi-Fi entre 100 Mbps e 300 Mbps. Este padrão provavelmente definirá a performance Wi-Fi por muitos anos. Alguns dispositivos com esta funcionalidade já estão disponíveis e serão compatíveis com a versão final do 802.11n. A comunicação Wi-Fi em alta velocidade interessa aos usuários de streaming de mídia, tanto para uso pessoal quanto profissional.

Telas
As telas de dispositivos móveis limitam várias de suas funções: tamanho, formato, fragilidade e duração da bateria. Algumas aplicações também são limitadas em uma tela menor. Durante 2009 e 2010, algumas tecnologias novas impactarão o mercado:
• Telas de pixels ativos: tecnologias como o OLED permitem uma redução de consumo de bateria de 50% a 70% em comparação com uma tela tradicional.
• Telas passivas: tecnologias como o e-ink são atraentes pois não consomem energia em telas estáticas.
• Picoprojetores: estes projetores são pequenos o suficiente para caber na palma da mão. Por volta de 2010, picoprojetores do tamanho de um dado estarão disponíveis em alguns dispositivos.

Internet no mundo móvel- web mobile e widgets
A internet móvel está surgindo como uma alternativa de baixo custo para a distribuição de aplicações móveis simples para vários dispositivos. Apesar de esta tecnologia possuir algumas limitações que não serão resolvidas até 2010, como a inexistência de um padrão de navegador, as vantagens em termos de Custo Total de Propriedade para aplicações móveis, combinadas com o leque de dispositivos que podem utilizá-las, garantem que esta tecnologia será chave para os mercados B2E e B2C.

Banda larga no celular
Em muitas regiões, é possível obter uma conectividade razoável com o HSPA em comparação com os "hot spots" Wi-Fi. Com o amadurecimento da tecnologia, já é possível encontrar laptops com módulos celulares internos que oferecem um desempenho superior aos cartões e placas USB. Acreditamos que políticas agressivas de preço para a banda larga no celular criarão uma demanda que poderá ser superior ao suportado pela infraestrutura atual de algumas operadoras.

Near Field Communication (Comunicação em área próxima)
O NFC oferece uma maneira simples e segura de comunicação para distâncias de um ou dois centímetros. Esta tecnologia está surgindo como um padrão para aplicações como, por exemplo, pagamento através de dispositivos móveis, vouchers e ingressos virtuais. Alguns dispositivos contendo este recurso já estão disponíveis e esperamos um crescimento ainda maior em 2009 e 2010.

*Analista de Pesquisa do Gartner

* Artigo baseado em pesquisas do Vice-Presidente de Pesquisas e Analista Emérito do Gartner Nick Jones

http://voit.uol.com.br/?p=interna&id=1452

Sair do mundo virtual e fazer ligações humanas

Jovens devem sair do mundo virtual, diz Google

O director do Google, Eric Schmidt, incentivou os jovens universitários a sair do mundo virtual e fazer ligações humanas, descobrindo o que é mais importante para eles e, para isso, vivendo «analogicamente» por alguns momentos.
«Desliguem o computador, porque têm de descobrir tudo o que é humano ao vosso redor», aconselhou o responsável, acrescentando que «nada é melhor do que segurar a mão do seu neto, enquanto ele caminha os seus primeiros passos».

Numa palestra na Universidade da Pensilvânia, para seis mil finalistas, o executivo-chefe da empresa de Internet norte-americana, que tem um doutoramento na Universidade da Califórnia, em Berkeley, recebeu um grau honorário de Doutor da ciência, devido a «múltiplas contribuições para colocar o mundo ao alcance da humanidade», explicou a reitora Amy Gutmann.

Na próxima década, a tecnologia vai avançar até um ponto no qual será possível ter 85 anos de vídeo, num valor equivalente ao do iPod. A actual conjuntura económica pode ser um momento de inovação, continuou Schmidt, lembrando que populares produtos de consumo foram criados durante a Grande Depressão, a partir de 1929.

O empresário comparou a geração actual do «Google e Facebook» com a sua: telemóveis contra cabines telefónicas, Wii contra Pong, um dos primeiros jogos de computador, blogs contra jornais, Red Bull contra Tang, lembrando que a sua geração passava o tempo a esconder os momentos mais embaraçosos, enquanto, actualmente, «existe o registo de todos os momentos e lugares no YouTube».

Copyright Diário Digital 1999/2009

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&id_news=390351

Who Owns LiveSearch.com



http://www.forbes.com/2009/05/24/tyler-tullock-live-search-microsoft-technology-paidcontent.html?partner=alerts
PaidContent.org
The Man Who Owns LiveSearch.com (No, He Doesn't Work For Microsoft)
Joseph Tartakoff 05.24.09, 7:00 PM ET

One thing that has likely hampered Microsoft's efforts to boost Live Search's market share—and perhaps contributed to its decision to consider renaming the search engine—is that it does not own the LiveSearch.com domain name.

The domain belongs instead to Tyler Tullock of Bothell, Wash., who says he has rejected several offers for the site.

"I've had many offers—they've always been really stealthy—saying 'I represent a client blah blah blah,'" Tullock told us.

He says that the most recent offer came about six months ago, when an entity offered him $40,000 for LiveSearch.com. Tullock asked for $800,000. They countered with $200,000, but Tullock had to answer within a day. He says he passed.

Microsoft did not confirm whether or not it—or one of it proxies—had tried to buy the domain.

Tullock took control of the domain name about 13 years ago, when he was running an internet-marketing company, LocalSeek Advertising. He used Livesearch.com and other domains to advertise his services, which included a relocation business.

Microsoft introduced Live Search in 2006, hosting the search engine on Live.com—a domain that it does own (Tullock says he never tried to challenge Microsoft's decision to call its search engine Live Search).

Nowadays, Tullock runs a chain of seven music schools in the Seattle area, and parks Google ads on LiveSearch.com. "It makes me plenty of money sending all that Microsoft business to Google," he says.

Tullock won't disclose how much the site brings in.

According to the WSJ, Microsoft is expected to announce a revamp of Live Search this week, probably under a new brand name.

Tullock says that for at least three years now, he has been thinking about a new concept for LiveSearch.com, although he was somewhat concerned about legal issues.

"If they're going to be abandoning the name, I can move ahead with it," he said.

See more PaidContent.org articles on Forbes.com.


Do Friends Influence Purchases in a Social Network?

http://hbswk.hbs.edu/item/6185.html

Do Friends Influence Purchases in a Social Network?

Executive Summary:

In spite of the cultural and social revolution in the rise of social networking sites such as Facebook and MySpace (and in South Korea, Cyworld), the business viability of these sites remains in question. While many sites are attempting to follow Google and generate revenues from advertising, will advertising be effective? If friends influence the purchases of a user in a social network, it could potentially be a significant source of revenue for the sites and their corporate sponsors. Using a unique data set from Cyworld, this study empirically assesses if friends indeed influence purchases. The answer: It depends. Findings are relevant for social networking sites and large advertisers. Key concepts include:

  • There is a significant and positive impact of friends' purchases on the purchase probability of a user.
  • However, there are significant differences across users. Specifically, this social effect is zero for 48 percent of the users, negative for 12 percent of the users, and positive for 40 percent of the users.
  • "Moderately connected" users exhibit "keeping up with the Joneses" behavior. On average, this social influence translates into a 5 percent increase in revenues.
  • Highly connected users tend to reduce their purchases of items when they see their friends buying them. This negative social effect reduces the revenue for this group by more than 14 percent. This finding is consistent with the typical fashion cycle wherein opinion leaders or the elite in the fashion industry tend to abandon one type of fashion and adopt the next in order to differentiate themselves from the masses.

Abstract

Social networks, such as Facebook and Myspace have witnessed a rapid growth in their membership. Some of these businesses have tried an advertising-based model with very limited success. However, these businesses have not fully explored the power of their members to influence each other's behavior. This potential viral or social effect can have significant impact on the success of these companies as well as provide a unique new marketing opportunity for traditional companies.

However, this potential is predicated on the assumption that friends influence user's behavior. In this study we empirically examine this issue. Specifically we address three questions - do friends influence purchases of users in an online social network; which users are more influenced by this social pressure; and can we quantify this social influence in terms of increase in sales and revenue.

To address these questions we use data from Cyworld, an online social networking site in Korea. Cyworld users create mini-homepages to interact with their friends. These mini-homepages, which become a way of self-expression for members, are decorated with items (e.g., wallpaper, music), many of which are sold by Cyworld. Using 10 weeks of purchase and non-purchase data from 208 users, we build an individual level model of choice (buy-no buy) and quantity (how much money to spend). We estimate this model using Bayesian approach and MCMC method.

Our results show that there are three distinct groups of users with very different behavior. The low-status group (48% of users) are not well connected, show limited interaction with other members and are unaffected by social pressure. The middle-status group (40% users) is moderately connected, show reasonable non-purchase activity on the site and have a strong and positive effect due to friends' purchases. In other words, this group exhibits "keeping up with the Joneses" behavior. On average, their revenue increases by 5% due to this social influence. The high-status group (12% users) is well connected and very active on the site, and shows a significant negative effect due to friends' purchases. In other words, this group differentiates itself from others by lowering their purchase and strongly pursuing non-purchase related activities. This social influence leads to almost 14% drop in the revenue of this group. We discuss the theoretical and managerial implications of our results. 36 pages.

Paper Information

About Faculty in this Article:

HBS Faculty Member Sunil Gupta

Sunil Gupta is the Edward W. Carter Professor of Business Administration at Harvard Business School.

When Social Networking Is Not Working

http://www.forbes.com/2009/05/26/social-network-linkedin-entrepreneurs-technology-bmighty.htm
Forbes.com


bMighty
When Social Networking Is Not Working
Fredric Paul 05.26.09, 9:36 AM ET

Are social networking "tools" good for business or just a giant time suck?

Ian Boyd, creative director of Cosmic Planet, a digital creative studio in San Francisco's Presidio, said his office calls it "Social Notworking," because while he believes he needs to use Twitter and Facebook to stay in the mix, he's never gotten a single customer out of it. Just as important, Boyd says, while he's spending all that time networking, he's "not working." Where Web 2.0 does come in handy, Boyd concedes, is in helping existing clients stay up on his company's activities.

Boyd's comments came at one of a series of Money Matters Town Halls put on by Intuit, with sessions for consumers and small businesses. I attended the afternoon session, moderated by small-business columnist Gene Marks and Intuit CEO Brad Smith, and attended by 14 San Francisco Bay Area business owners, with between zero and 20 employees each. Their technology skills and usage varied widely, but they shared several key viewpoints.

In Pictures: Seven Cheap Ways To Get The Word Out Locally

In Pictures: 12 Tips For Making The First Move--In Any Networking Setting

In Pictures: 30 Social Networking Terms You Should Know

For one thing, they all said that their primary source of new business was word of mouth and personal referrals. And while Smith described social networking as "word of mouth with a megaphone," the attendees all made clear distinctions between real-world referrals and ones made through online social networks.

It wasn't that they weren't sophisticated about online options. Almost all of the attendees' companies have Web sites, and an impressive two-thirds said they'd updated those sites in the last week.

Caryl Lyons, the manager of events management company Roar Events, for example, uses Twitter to post comments about hotels she visits, but keeps Facebook for personal use. Her tweets automatically update her Facebook status, but Facebook updates don't show up on Twitter. She's also on LinkedIn, though that takes up less of her attention.

Does all her social networking actually make a difference? "I think it does," she said. "The people that follow me have an interest in hotels and events, and they get good information."

Caanan Meagher, who owns pedicab company KwickCart in Silicon Valley, says his drivers use Facebook to let potential customers know they'll be at local events, and even make prebookings using the service.

Even longtime painting contractor Bob Watten (Watten Painting), who doesn't think he'll find clients online, keeps a presence on LinkedIn.

That's the key, said Marks: "Go where your customers are."

Or where your prospective workers are. Cheryl Fields Tyler, who runs Blue Beyond Consulting, an eight-person management consulting firm, uses LinkedIn to source associates, employees or contractors to match clients' particular needs. But others prefer to use more personal methods to fill out their small, close-knit staffs.

Marks added that technology also makes it possible to hire contractors, and even full-time employees, who work in remote locations. That can often save big money compared with local workers, and it can put you in position to hire the person you really want rather than the person who happens to be close by.

E-mail marketing was perhaps the most popular online marketing method. Patty Styka, whose Elegant Lagoon Cruises runs an electric-boat charter service in Foster City, Calif., said she regularly posts announcements on Yelp and Smalltown, while Lulu Lopez, relies on e-mail marketing to promote her Italian restaurant (Campanella, in Newark, Calif.), sending missives promoting wine pairings, birthday and holiday celebrations, and even just regular old follow-ups and thank-yous. Cosmic Planet's Boyd has done a number of HTML e-mail campaigns for his clients and is now looking into doing e-mail marketing for his own business. But as Marks pointed out, doing your own e-mail marketing takes a lot of time, from writing the e-mails to working with the address database.

But search advertising doesn't seem to be popular at all. Restaurant owner Lopez used Google AdWords but stopped when she didn't see results. "I'm spending money and not getting anything back." Yet the business owners weren't holding on to print media either: Only one or two were advertising in the Yellow Pages.

All of the business owners complained that the economic situation has made it more difficult to get paid on time, if at all. Smith suggested that one solution is to accept credit/debit cards, even for business-to-business transactions--the 3% to 4% fees are a small price to pay to get your money right away. But Marks cautioned businesses to use a separate bank account for the cards, lest the banks swipe cash to cover a disputed payment.

Finally, on a positive note, 80% of the attendees said they plan to boost marketing spending this year. Sure, it's a small, unscientific sample, but it seems like a recession-busting sign to me. Even more amazing, Watten said he expects to get additional painting work based on federal stimulus money!

Fredric Paul is publisher/editor in chief of bMighty.com and SmallBizResource.com.




Modelo de negócios das teles

Migração para rede IP desafia modelo de negócios das teles

Por Fabiana Monte, editora-assistente do COMPUTERWORLD
Publicada em 26 de maio de 2009 - 07h27

São Paulo - IDC avalia que operadoras devem mudar forma de olhar para o mercado e passar a raciocinar em termos de oferta de serviço.

A transição das redes de telecomunicações tradicionais para uma infraestrutura baseada no protocolo internet (IP) vem provocando, além de transformações tecnológicas, mudanças no modelo de negócios das operadoras.

>> Participe das discussões da CW Connect

De acordo com Chris Lewis, vice-presidente mundial de telecomunicações da consultoria IDC, a mudança tecnológica é complexa e envolve a reconstrução de redes, um processo que leva tempo - cerca de 15 anos - e fortes investimentos de capital.

A Telefônica, operadora de telecomunicações que atua no Estado de São Paulo, é um exemplo de empresa que está experimentando essa migração. A complexidade dessa operação é um dos motivos, segundo especialistas, que levaram a Telefônica a apresentar quatro falhas técnicas em menos de um ano.

No entanto, embora longa e complicada, a migração para a tecnologia IP simplifica o ambiente de rede. Se antes havia diferentes infraestruturas para cada tipo de serviço prestado, o protocolo internet consolida a rede e torna mais eficiente a gestão desse ambiente.

"As teles têm muita tradição em engenharia, mas precisam mudar seus modelos de negócios e passar a focar em serviços. Leva tempo para essa mudança cultural ocorrer", analisa Lewis. 

Há uma década, o serviço de telecomunicações limitava-se à comunicação por meio de voz. Depois, passou à oferta de conexão discada, banda larga e soluções como IPTV, por exemplo. E não é exclusivamente a disponibilidade tecnológica que impulsiona o surgimento de novos produtos no setor de telecomunicações. A própria demanda dos consumidores exige das operadoras um foco cada vez maior em serviços, no que tange à quantidade e à qualidade.

"Devido à convergência tecnológica, nós não podemos nos esconder atrás da tecnologia da forma como fazíamos anteriormente", ressalta Lewis.

>> COMPUTERWORLD no Twitter

Nesta nova dinâmica, as operadoras de telecomunicações passam a competir com provedores que não são do setor - e que, muitas vezes, nasceram sob este novo modelo de negócios. A Skype é um bom exemplo de empresa que usa estrategicamente a infraestrutura de telecomunicações para oferecer um serviço interessante para o consumidor. Esta é a transformação que o vice-presidente da IDC considera estratégica e, também, uma oportunidade que surge no cenário para as teles.

Por outro lado, o cenário de convergência aproxima também os mercados de tecnologia da informação e telecomunicações. "Eles estão dançando, às vezes se aproximam, às vezes se afastam. Não vão se fundir, mas haverá intersecções", ilustra Lewis.

A analogia do executivo exemplifica o movimento que os dois setores vêm fazendo, ao criar, simultaneamente, interdependência e um profundo relacionamento. É o caso de ofertas que vão de links de conectividade a gerenciamento de suporte a equipamentos de informática, até gerenciamento de redes e segurança, como é o caso de soluções da British Telecom, da Embratel e da GVT, para enumerar algumas. 

No cloud computing, por exemplo, tendência tipicamente demarcada no mundo da tecnolgia da informação, as operadoras de telecomunicações desempenham um papel fundamental. Em última instância, são elas as responsáveis por entregar o serviço em nuvem contratado. "Todo data center está sob uma rede. Temos de ter comunicação e o papel da operadora é garantir a entrega do serviço", destaca o executivo.


US$ 100 milhões em campanha

 

Microsoft investe até US$ 100 milhões em campanha para novo buscador

Por Industry Standard
Publicada em 26 de maio de 2009 às 08h45
Atualizada em 26 de maio de 2009 às 09h29

São Francisco - Apelidado de Bing, novo buscador da Microsoft que deve ser anunciado esta semana, será promovido pela agência JWT.

A Microsoft pretende investir de 80 milhões de dólares a 100 milhões de dólares em uma campanha para promover seu novo buscador, apelidado de Bing, informa o site AdAge.

O Bing deve ser anunciado esta semana pela empresa de software durante o evento All Things D, promovido pelo jornal norte-americano, The Wall Street Journal, a partir desta terça-feira (26/5).

A campanha, que envolve anúncios em mídia impressa, online, na TV e no rádio é tão grande que a agência JWT teve de contrarar profissionais para a equipe de criação, afirma a notícia. O valor investido supera em quatro vezes todo o gasto do Google com publicidade em 2008 (25 milhões de dólares) segundo a consultoria TNS Media Intelligence. A Microsoft investiu 361 milhões de dólares em campanhas, no ano passado.

Desde março deste ano, a Microsoft vem testando com funcionários um buscador de codinome Kumo apresentado internamente como "a evolução do Windows Live Search". A empresa não confirma oficialmente se ambos os projetos são o mesmo e se o Kumo usará tecnologias do buscador semântico PowerSet, comprado em julho do ano passado.

De acordo com o AdAge, pessoas que já viram o buscador da Microsoft sugerem que o sistema é útil e possui algumas ferramentas de filtragem, embora não apresente uma interface muito diferente dos buscadores atuais, pelo menos em textos. Já os resultados de buscas por conteúdos multimídia se mostram bastante diferentes em relação ao visual do Google.

Para convencer os usuários do Google a usarem o novo buscador da Microsoft, a nova equipe da JWT precisará não somente diferenciar o Bing, mas encontrar um ponto fraco no líder de buscas online que hoje conta com 64% do mercado nos Estados Unidos, segundo dados da consultoria comScore.

A tarefa não é impossível, afirma o AdAge citando a recente campanha "I'm a PC"  ("Eu sou um PC") promovida pela Microsoft em resposta à ação publicitária da Apple, que mostra o usuário de Mac como uma pessoa jovem e moderna e o compara a um consumidor de PC "ultrapassado". Os preços mais altos da linha Mac foram usados como argumento para a campanha da Microsoft, especialmente durante a crise econômica.


May 25, 2009

OpenTable IPO




May 25, 2009

Ad Revenue on the Web? No Sure Bet

SAN FRANCISCO — For anyone with a crazy idea for a Web business, the way to make it pay was once obvious: get a lot of visitors and sell ads. Since 2004, venture investors have put $5.1 billion into 828 Web start-up companies, and most of them are supported by ads, according to the National Venture Capital Association.

Now advertisers have cut back their online spending. So Web start-ups are searching for new ways to make money, like selling real, or virtual, goods or asking customers to buy subscriptions.

And venture capitalists who envision a sale of the company in the public markets are encouraging these efforts. Roger Lee, a partner at Battery Ventures who invests in digital media start-ups, said he considers only companies with one or two revenue streams in addition to advertising.

"Current troubles in the advertising economy are forcing people, out of necessity, to ask really hard questions about how do I build a profitable business," he said.

The latest example they can point to is OpenTable, a restaurant reservation site that makes money selling its software to restaurants and charging them $1 for each diner seated. Last week it became the first venture-backed Web company to go public in two years.

It was a very successful offering. The stock was offered at $20 on Thursday, 43 percent higher than investment bankers' original price estimates. It closed Friday at $28.71, a 44 percent gain.

Others are learning the lesson. When Ben Elowitz formed Wetpaint in 2005, it was intended to let anyone create a Web site free. The venture capitalists he talked to said Wetpaint should get as many visitors to the sites as possible so it could offer advertisers a big audience.

Wetpaint typically offers advertisers space on a few Web sites with a few hundred thousand visitors. But last fall, many of their advertisers raised their sights to publishers with more than five million readers, Mr. Elowitz said. Rates for leftover ad space fell to 25 cents per thousand views from $1.

Some tense board meetings followed. "Toward the end of the year, we came around to say we're not going to depend on one revenue line," he said. "The online advertising market looked like it would be the biggest star on the landscape, and even that star has dimmed."

Now, Wetpaint charges its big company customers, like HBO and Fox, a fee in exchange for providing extra services like site promotion and moderating reader forums.

Smaller customers can pay to keep their sites free of ads. Wetpaint plans to add more paid services, including additional storage for big files and personalized domain names. It is also considering selling virtual goods on its sites.

The market consultants at eMarketer say that while ad growth online has slowed from its 20 percent to 30 percent growth rates, it still grew 10.6 percent last year and is expected to expand 4.5 percent this year. And while advertisers are expected to spend less on display, classified and e-mail ads, they will spend more on search and video ads.

Some technology investors say there is no reason to panic. "Pre-October, most business plans were ad-based models, and all of a sudden the entire world decided they were virtual goods or subscription models, and I just find those overreactions crazy," said David Sze, a partner at Greylock Partners who has invested in ad-supported sites likeFacebook and Digg. "Sure, the ad industry will shrink, but I believe you will see continued growth in ad dollars going to the Internet over time."

New companies, however, can find it hard to attract tens of millions of visitors, as Facebook and Digg have. And without them, the advertisers may not follow.

Read more: ttp://www.nytimes.com/2009/05/25/technology/start-ups/25startup.html?src=linkedin

May 22, 2009

Google Suggest

Google Suggest terá novos recursos

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 22 de maio de 2009 às 11h14

São Paulo - Sugestões baseadas no histórico ou na página de resultados estão entre as novidades.

O Google anunciou nesta sexta-feira (22/05) novidades que tornarão as buscas, em especial, o Google Suggest, mais rápidas. Os novos recursos foram apresentados por três gerentes de produto no blog oficial do Google, e entrarão em funcionamento gradualmente.

Veja também:
> Sugestões engraçadas do Google Suggest

O Google Suggest é um recurso que oferece sugestões de termos na caixa de busca enquanto o usuário digita.

Até então, as sugestões só se baseavam no termo original que o usuário digitou na busca. Agora, se a busca for feita na página de resultados, o Google oferecerá sugestões relacionadas à atual página de resultados. O recurso ajudará a refinar as buscas e encontrar mais facilmente o resultado desejado.

Entre as novidades anunciadas estão as sugestões personalizadas. Se o usuário estiver logado em sua conta Google e habilitar o "Histórico da Web", o Google Suggest vai oferecer sugestões baseadas nas suas últimas buscas, ajudando a lembrar os temos com os quais estava trabalhando em suas buscas. É possível remover as sugestões personalizadas e ainda remover buscas diretamente no histórico.

Se os primeiros termos buscados já indicarem um site específico, o Suggest vai oferecer o link para este site como primeiro termo da lista de sugestões.

Além disso, o Suggest vai incluir links patrocinados no final da lista de sugestões, com o fundo colorido para ser mais facilmente identificado como uma propaganda. Será a primeira vez que uma publicidade poderá ser reproduzida pelo Google em sua página inicial.


1.6 Terabyte de informações em disco

Cientistas da Austrália criam mídia que grava o equivalente a 300 DVDs

Por Daniela Braun
Publicada em 21 de maio de 2009 às 11h34

São Paulo – Gravação de cinco dimensões em mídia com camadas de vidro armazena 1.6 Terabyte de informações em disco no formato de um DVD.

Pesquisadores australianos desenvolveram um novo método de gravação de dados em discos capaz de armazenar 300 vezes mais do que a capacidade de um DVD atual, informa uma reportagem da BBC sobre o estudo publicado pela revista Nature.

O método descrito como gravação óptica em cinco dimensões (5-D) pode ser comercializado e é capaz de gravar 1.6 Terabyte de informações em uma mídia no formato de um DVD, explicam os pesquisadores da Swinburne University of Technology, responsáveis pelo projeto.

A técnica usa partículas de ouro, em escala nanométrica, como meio de gravação. O grupo de pesquisas informa ter explorado as propriedades particulares dos "nanotubos" de ouro pela manipulação de luz direcionada a eles. Com isso, o grupo informa ter adicionado de três dimensões sobre as duas já existentes nos atuais CDs e DVDs.

Os cientistas usaram as nanopartículas para gravar informações em uma extensão de onda de cores ampliada, no mesmo espaço físico do disco, o que representa um grande avanço em relação a um DVD, onde os dados são registrados em uma única faixa de cor com um laser. Além disso, usaram um método de polarização que permite a gravação de dados em diferentes ângulos da mídia.

A mídia para gravação "5-D" contém 10 camadas de gravação compostas de placas finas de vidro.

"O sistema óptico de gravação e leitura do 5-D é muito similar ao atual sistema do DVD" disse James Chon, co-autor da pesquisa. "Portanto, a produção do sistema compacto em escala industrial é possível."

Chon afirmou que o custo do material usado na nova mídia pode chegar a menos de 5 centavos de dólar.


Combate ao spam no Brasil

Combate ao spam no Brasil ganha novas regras pelo Comitê Gestor da Internet

Por Guilherme Felitti, editor assistente do IDG Now!
Publicada em 21 de maio de 2009 às 12h00
Atualizada em 21 de maio de 2009 às 15h42

São Paulo – Ação pretende diminuir uso das redes de banda larga para envio de spam. Segundo o CGI.br, até redes 3G sofrem com o problema.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) oficializou nesta quinta-feira (21/05) um guia de recomendações para o combate ao spam no País, em conjunto com a Comissão de Trabalho Anti-spam (CT-Spam).

O guia pretende balizar ações conjuntas entre serviços de e-mail e provedoras para diminuir o uso das redes de banda larga nacionais, sejam elas usando as tecnologias ADSL, cabo ou 3G, para a proliferação de mensagens indesejadas para internautas em todo o mundo.

Leia também:
> 5 medidas para reduzir spams e golpes
> Acesse sites gratuitos sem atrair spam
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> Como usar o Gmail para barrar spams
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> 22 formas de não ser escravo do e-mail

Segundo o coordenador do CT-Spam, Henrique Faulhaber, a iniciativa pretende desafogar a infra-estrutura brasileira de banda larga impedindo que mensagens indesejadas gerenciadas por crackers não brasileiros se aproveitem da fragilidades das redes nacionais.


De acordo com teste do projeto SpamPots, realizado pelo CT-Spam em 2007, 99,9% dos spams que circulam no Brasil vinham de outros países. Desse volume, 94% tinha como destinatário final usuários de outros países, algo que ainda faz com que o Brasil encabece a lista dos países com o maior número de IPs enviando mensagens indesejadas.

Na lista do grupo de combate às mensagens indesejadas Composite Blocking List (CBL), IPs brasileiros são responsáveis por quase 15% dos spams enviados no mundo, à frente de Rússia (9,6%), Índia (9,2%) e Turquia (7,9%). Nenhum dos países que encabeçam a lista aplicam diretrizes como a oficializada pelo CGI.br nesta quinta.

O primeiro passo da iniciativa prevê que responsáveis por serviços de e-mail orientem usuários domésticos que usam softwares de gerenciamento de mensagens, como Outlook, da Microsoft, Thunderbird, da Mozilla, ou Mail, da Apple, para o bloqueio da porta 25, canal por onde tradicionalmente os spams são enviados.

Com um número suficiente de usuários já preparados para que suas mensagens cheguem ao destinatário sem precisar passar por aí, as operadoras começarão a bloquear o tráfego de dados na porta 25, algo que, segundo o CT-Spam, deverá diminuir, gradualmente, o volume de spams nas redes de banda larga nacionais.

Caso o bloqueio pelas operadoras seja feito sem um trabalho de conscientização por parte dos provedores de serviços de e-mail, o recebimento e envio de mensagens por parte dos usuários podem ser afetados.

Ainda que o CGI.br admita ter conversado sobre as diretrizes com "todas as operadoras" de banda larga nacional, apenas a paranaense Sercomtel já realizou a mudança.

O órgão estima que os bloqueios do canal de distribuição de spam comecem a ser feitos pelas operadoras em até 18 meses. Com a restrição, o CT-Spam explica que o benefício ao usuário deverá ser indireto, relacionado mais à melhoria na qualidade do serviço que na diminuição do volume de mensagens indesejadas em sua caixa postal.

No primeiro trimestre de 2009 o CERT.br, grupo de resposta a incidentes de segurança para a Internet brasileira, mantido pelo NIC.br do Comitê Gestor da Internet no Brasil, recebeu mais de 1,4 milhão de notificações de spam.

De acordo com o Relatório Sobre Ameaças de Segurança na Internet, divulgado em meados de abril pela Symantec, o País é responsável por 4% de todo o spam enviado mundialmente. Na América Latina, o Brasil liderou o envio de mensagens não solicitadas, com 29% de participação na região, em 2008.


May 21, 2009

TELECOMS e conteúdo

Bro, lembra que eu tinha te falado isso?  "As operadoras têm papel central e de liderança na distribuição móvel de qualquer conteúdo digital " ...
 
TELETIME NEWS

 
TELA VIVA MÓVEL
Teles têm papel central na distribuição de conteúdo patrocinado, diz Microsoft
quarta-feira, 20 de maio de 2009, 20h20

Conteúdo patrocinado é a aposta da Microsoft para o desenvolvimento do mercado de valor adicionado para telefonia móvel em um modelo que prevê, conforme antecipou Teletime News no início do mês, a divisão de receita publicitária móvel obtida com as versões WAP 2.0 dos sites do MSN, Hotmail e Messenger com as operadoras celulares. "As operadoras têm papel central e de liderança na distribuição móvel de qualquer conteúdo digital e acreditamos que o modelo de negócios vencedor será o baseado em propaganda", afirma o gerente sênior da Microsoft, Omarson Costa.

O Brasil continua sendo líder mundial em número de usuários do MSN Messenger, com 42 milhões de assinantes ativos e os aplicativos do Windows Live acumulam 35% do tempo total que o brasileiro passa na internet.

SMS

Embora o mercado de conteúdo patrocinado tenha apresentado recentemente algum avanço com os browsers de acesso à internet dos smartphones, o executivo da Microsoft considera que o crescimento expressivo desse mercado no Brasil se dará apenas quando a publicidade chegar efetivamente ao SMS. "Em 2009 já começamos a ver algumas agências e anunciantes com verbas destinadas para mobile e que consideram que o celular é a nova mídia, mas é preciso focar no SMS porque é a funcionalidade que cobre 90% da base de usuários e de onde virá o crescimento em receita", pontua.

Omarson Costa participou do 8º Tela Viva Móvel, que acontece até esta quinta-feira, 21, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
Letícia Cordeiro
 
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May 20, 2009

Yahoo tenta reinventar buscas

 

Yahoo tenta reinventar buscas na web para sobreviver

Por IDG News Service/EUA
Publicada em 20 de maio de 2009 às 09h01
Atualizada em 20 de maio de 2009 às 11h50

São Francisco - Em vez de links, novo sistema de buscas, ainda em fase de testes, vai encontrar as informações que o internauta quer.

Buscas na web são bastante simples. Você digita o nome de um restaurante, por exemplo, e recebe como resultados links para a página oficial, resenhas e o endereços de outras páginas sobre o estabelecimento. Mas e se o mecanismo de busca fosse capaz de interpretar o internauta e, em vez de links, trouxesse diretamente as informações desejadas?

É esse o conceito que o Yahoo promete desenvolver para sobreviver no mercado de buscas na web - setor que é largamente dominado pelo Google. Segundo relatório da comScore, empresa que mede a audiência de vários sites, o Google foi responsável por 64% das buscas em abril deste ano, contra 20,4% de buscas feitas pelo Yahoo.

"As pessoas não querem realmente fazer buscas", disse Pradbhakar Raghavan, chefe do Yahoo Labs e diretor de estratégia de buscas da companhia, em um encontro com repórteres em São Francisco, na terça-feira (19/05). "Eles querem é descobrir rapidamente as informações que estão procurando, e não ficar navegando por uma lista de links."

Para resolver esse problema, o Yahoo está tentando descobrir a "intenção" dos internautas no momento da busca, para oferecer os resultados desejados. Uma busca sobre a palavra "Paris", por exemplo, traz dados sobre a cidade, informações sobre turismo, opções de reservas de passagens aéreas, vídeos, imagens e outros dados sobre a capital francesa. No caso de uma pesquisa sobre uma celebridade, o resultado traz fotos, vídeos, dados como a data de nascimento, uma biografia curta e a filmografia (caso seja um ator de cinema ou TV).

Atualmente, esse conceito é explorado publicamente pela empresa no Glue, mecanismo de buscas ainda em fase de testes que pode ser acessado por qualquer usuário. Mas o Yahoo tem uma versão ainda mais poderosa do Glue, testada com poucos usuários por enquanto.

A estratégia de abandonar a tradicional lista de links não é nova: outros sites, como o recém-lançado Wolfram|Alpha e o próprio Google procuram retornar mais informações - como vídeos e imagens - sempre que uma pesquisa é feita. O fundamento do Yahoo, porém, é interessante - ao reinventar sua busca, a companhia deixa de competir com o Google nos mesmos parâmetros. Com isso, a empresa pode ter uma chance de recuperar o espaço perdido para o Google desde o surgimento do mecanismo.

Objetos
"No futuro, nós vamos parar de nos preocupar com quantos bilhões de páginas podem ser indexadas", disse Pradbhakar Raghavan. Segundo ele, o mundo em que vivemos é cheio de objetos - políticos, professores, monumentos, restaurantes, casas. Cada uma dessas 'entidades' tem atributos diferentes. Por isso, o objetivo é organizar os resultados de uma maneira que esses objetos se relacionem.

Parte do desafio é entender a intenção do internauta. Por exemplo, há várias cidades no mundo chamadas São Paulo e descobrir sobre qual delas um usuário está pesquisando é a parte mais complicada. Mas se o internauta faz essa busca no horário do 'rush', ele pode estar querendo saber mais sobre o trânsito.

O outro lado do problema é entender o conteúdo dos sites, um trabalho que pode levar ano para ser completado, reconheceu Raghavan.


James Niccolai, editor do IDG News Service, em São Francisco

May 17, 2009

Vancouver, an good idea

ReadWriteWeb
Vancouver, BC Wants to be an Open City
Posted: 16 May 2009 08:00 PM PDT
Vancouver, BC's city government posted an agenda for next week's council meeting that outlines its interest in adopting open data, open standards and open source software for all of its data and information resources. Vancouver hopes this new policy will help create new opportunities for its city, recently named "Best City Archive of the World".

What Vancouver Hopes to Accomplish
The motion that was submitted to the city council points out several reasons why endorsing open data, open standards and open source policies is an good idea and city councillors has resolved to:

* Identify immediate opportunities to distribute more of its data;
* Index, publish and syndicate its data to the internet using prevailing open standards, interfaces and formats;
* Develop appropriate agreements to share its data with the Integrated Cadastral Information Society (ICIS) and encourage the ICIS to in turn share its data with the public at large
* Develop a plan to digitize and freely distribute suitable archival data to the public;
* Ensure that data supplied to the City by third parties (developers, contractors, consultants) are unlicensed, in a prevailing open standard format, and not copyrighted except if otherwise prevented by legal considerations;
* License any software applications developed by the City of Vancouver such that they may be used by other municipalities, businesses, and the public without restriction.
Other cities like Washington, DC, Portland and Toronto have expressed interest in adopting open policies for their information and data, but so far Vancouver is the only one to explicitly spell it out in an agenda motion.
Problems with data transferring, usability and licensing issues have kept many municipalities from adopting such policies. Hopefully Vancouver can overcome these issues and become the world's first truly "open" city.

May 13, 2009

Google inova nas buscas

Google anuncia novas ferramentas inovadoras de buscas

 
A gigante da internet Google anunciou na tarde desta terça-feira um novo pacote de ferramentas que vão melhorar os seus serviços de buscas na Web, de modo a manter a liderança perante os seus concorrentes.

Entre os novos features estão incluídos o primeiro esforço significativo da companhia não apenas de encontrar informações na Web como também de compreender parte das informações e apresentá-la em maneiras mais inovadas.

Os enginheiros da Google fizeram a demonstração de uma ferramenta chamada Google Squared que extrai informações da rede e faz o display numa tabela. Por exemplo, se teclares "Science fictions shows" (shows de ficção científica), o resultado sera uma tabela dos referidos shows e muitas colunas de informações sobre os mesmos; seus datas de lançamento, horário, atores protagonistas, diretores e a redes e emissoras que os transmitem.

Se teclares "small dog" (cachorro) e o resultado será uma lista de raças do feline, com respetivas imagens, descrições, tamanho e peso médios.

"Trata-se de uma inovação que leva a busca numa direção completamente nova," disse Marissa Mayer, vice-presidente para busca de produtos e experiência dos usuários na Google, durante uma conferência de imprensa no campus da companhia.

Mayer negou descrever as técnicas usadas para desenvolver o serviço, que será lançado no próximo mês na região "Labs" do site da Google, que é reservado para produtos em experiência.

Como um produto experimental, o Google Squared provavelmente não será usado por muitas pessoas, pelo menos não inicialmente.

"Eles [Google] não querem ser questionados sobre a sua capacidade estar na liderança dos buscadores na Web," disse Danny Sullivan, um veterano analista de buscadores e editor do SearchEngineLand.com.
 
 
 
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May 12, 2009

Brasil Banda Larga

Qual a banda larga que precisamos (ou precisaremos)?

11/05/09


Vejamos o que tem acontecido recentemente no mercado brasileiro em termos de oferta de alta velocidade em Banda Larga (BL), a saber:

   1. Net

A Net lançou no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, uma oferta de acesso à internet banda larga com velocidade de até 60 Mbps e franquia de 200 Gb/mês de tráfego de dados. O serviço foi batizado de "5G" (um certo exagero de marketing aqui!) (ver Referências do Google). Esta oferta é baseada na tecnologia DOCSIS 3.0, que é a Geração de Alta Velocidade da tecnologia de cabo (conheça mais sobre o DOCSIS 3.0 aqui: DOCSIS 3.0 Arrives, Dailywireless, 18.nov.2008).

   2. Telefônica

Em FEV.2009, a Telefônica anunciou a disponibilidade do serviço Xtreme em 25 bairros de São Paulo. Em parceria com a TVA, o pacote oferece conexão à internet de até 30 Mbps, TV a cabo com "locadora virtual" (compra de filmes on demand), canais abertos e fechados em alta definição, recursos de interatividade e voz sem limite em ligações locais (fixo-fixo) na rede da operadora. Parece que o mercado tem achado caro o serviço da Telefônica (ver Referências do Google). A Telefônica está utilizando a tecnologia FTTH de fibra ótica.

   3. GVT

A GVT está arrebentando – e talvez tirando o sono do pessoal da Oi - em termos de BL com a sua oferta de 10 Mbps a R$ 59,90 numa região aonde a Oi oferta (ou ofertava) 1 Mbps a R$ 159,90 (ver GVT inicia operações em Vitória e Vila Velha no Espírito Santo e GVT cresce quase 30% no trimestre, Teletime, 22.abr.2009). A GVT já descontinuou as ofertas de BL abaixo de 1Mbps. Imaginem vocês se a GVT entra com uma oferta semelhante a esta nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Com certeza será uma grande dor de cabeça para a Oi e a Telefônica respectivamente. Tenham certeza!

E aqui colocamos a pergunta central desta matéria: Qual a BL que precisamos (ou precisaremos)? Eu sou da opinião que quanto maior capacidade de BL que qualquer Provedor de Serviços ofertar a preços competitivos, o mercado – em mais ou menos tempo – irá consumir. Ponto!

Vint Cerf – o Evangelista Chefe de Internet do Google – diz que as restrições de capacidade de Internet são apenas desculpas das telcos para espremer os clientes. Sugestão de Cerf: focar na velocidade e não na utilização. Ele diz que faz mais sentido para os consumidores pagar pela máxima taxa de transmissão. Cerf pensa que várias telcos foram surpreendidas pela explosão da Internet e esta é a razão por que elas estão correndo muito para reagirem (ver Avoiding Net traffic tie-ups could cost you in future, USA Today, 21.apr.2008). No Brasil ainda existe uma certa cultura de que o consumidor não precisa de alta velocidade no seu acesso de Internet. Uma pena, né?

Um executivo da maior telco americana AT&T – Jim Cicconi – disse recentemente que a "explosão do conteúdo online é o centro das mais dramáticas mudanças afetando a Internet atualmente". Ele alegou que "uma nova onda sem precedentes de tráfego de banda larga" aumentará em 50 vezes o tráfego da Internet por volta de 2015. Ele adicionou que uma maior demanda por vídeo de alta definição (HD video) provocará uma necessidade de um grande aumento na infra-estrutura de Internet. Ele disse também que "oito horas de vídeo é carregada a cada minuto no YouTube. Qualquer vídeo se tornará de alta definição muito em breve e o vídeo de alta definição consome 10 vezes mais banda larga que os vídeos típicos atualmente. O vídeo será 80% do tráfego da Internet por volta de 2010, a partir dos 30% de tráfego atuais" (ver AT&T: Internet to hit full capacity by 2010, ZD Net, 18.apr.2008).

Um recente estudo do analista de indústria IDC estima que em 2011 o universo digital será 10 vezes maior o que era em 2006, com o crescimento mais rápido de TV Digital, câmeras de supervisão, acesso a Internet em países emergentes, aplicações baseadas em sensores, datacenters suportando a "cloud computing" e as redes de social networking (ver The Diverse and Exploding Digital Universe, IDC White Paper, March 2008).

Bret Swanson e George Gilder têm sua própria previsão para 2015: "Do YouTube, IPTV, e as imagens de alta definição para as câmeras digitais e para os jogos 3D, os mundos digitais, e a telepresença foto-realística, uma nova onda está caminhando para um exafluxo da tráfego IP. Um exabyte é 10 elevado a 18 de um byte. Eles estimam que por volta de 2015, o tráfego IP nos EUA alcançará um total anual de 1 zettabyte (10 elevado a 21 de 1 byte) (ver The Impact of Video and Rich Media on the Internet - A "zettabyte" by 2015?, Discovery Institute
29.jan.2008).

As nações líderes da Ásia e Europa têm reconhecido, há algum tempo, que a alta capacidade das suas redes de banda larga será um fator crítico dos seus sucessos no futuro. Como resultado desta percepção, estes países têm decidido desenvolver redes de alta velocidade o mais rápido possível (ver National Broadband Strategy, The Baller Nerbst Law Group). A tecnologia de fibra ótica FTTH já estava disponível para 80% das residências do Japão em 2008 e eespera-se que ela alcance 90% das residências por volta de 2010. Além do mais, a forte competição no Japão tem tornado comum a oferta de 1 Gbps e é esperado que ela aumente para 10 Gbps em 2010.

A Coréia do Sul está bem próxima do Japão em termos de cobertura e velocidade de banda larga. A China resolveu trocar todos os seus projetos de ADSL para a tecnologia FTTH. Hong Kong já oferta a conectividade de 1 Gbps atualmente e a Cingapura terá esta conectividade em metade do país por volta de 2012 e a na totalidade do país em 2015. Taiwan está evoluindo para 100 Mbps. Similarmente, na Europa, Suécia, Noruega, Holanda, França, Itália, Eslovênia, e outros países deste continente estão perseguindo rapidamente velocidades de pelo menos 100 Mbps.

A velocidade de banda larga é fundamental para evolução das aplicações na Internet. Por exemplo, velocidades entre 10 a 100 Mbps já suportam a Telemedicina e a Telespresença de alta qualidade e, velocidades entre 100 Mbps e 1 Gbps possibilitam a Telemedicina de alta definição (ver mais sobre aplicações de banda larga aqui: California Broadband Task Force Report, Janaury 2008).

Muitos estudos recentes mostram por que a banda larga é necessária para a utilização de aplicações individuais. A necessidade que os consumidores terão de utilizarem diversas destas aplicações simultaneamente, vão demandar um aumento real da oferta de banda larga e, nesta situação, os provedores de serviços não se omitirão pois estarão aumentando a sua receita (ver A Blueprint for Big Broadband, EDUCAUSE, January 2008).

Em termos de tecnologia de alta velocidade como vimos acima não teremos problemas pois as telcos já podem apostar na utilização da tecnologia FTTH e os provedores a cabo podem apostar no seu DOCSIS 3.0.

Um ponto importante neste processo: seria muito oportuno o Governo brasileiro estabelecer uma Política Nacional de Banda Larga onde estimulasse o desenvolvimento e a oferta de aplicações (p. ex., e-Learning e Telemedicina, para citar apenas duas) que promovessem a evolução da banda larga no nosso País!

Por Eduardo Prado, consultor.

*As idéias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade dos seus autores e não refletem necessariamente a opinião do Adnews.

May 05, 2009

Google máquina de escanear livros

Google revela detalhes sobre sua nova máquina de escanear livros

Ter, 05 Mai, 10h29

Câmeras infravermelho ajudarão na correção da distorção de páginas

Por Stella Dauer

Em sua busca pelo maior acervo de livros digitais do mundo, a Google confirmou uma nova engenhoca em um recente registro de patente, mostrando em imagens detalhadas uma técnica que utiliza até mesmo infravermelho para o escaneamento dos livros.

A patente 7508978 foi feita no final de março e noticiada pelo site New Scientist no início de abril, mas só ganhou alguma repercussão agora, com a divulgação das imagens que mostram croquis explicando seu funcionamento.

O site Internet Archive , que já fazia digitalização de livros antes da Google pensar no assunto, atinge a marca de mil livros escaneados por dia, com o trabalho dividido entre 18 centros de digitalização espalhados pelo globo – uma média de 55 livros por dia em cada centro. Com um único exemplar da nova máquina, a Google espera fazer um número muito maior de "aquisições digitais" diárias, informou o site TechCrunch .

De acordo com o site Boing Boing , o novo equipamento deve resolver um dos piores problemas da digitalização de livros, a distorção de imagens causada pela "lombada". Através de infravermelho, o scanner irá mapear tridimensionalmente a página, identificando sua curvatura e compensando qualquer distorção encontrada.

Mesmo com a evolução dos atuais equipamentos de digitalização, escanear livros continua sendo um processo lento e muito tedioso. Embora cada página não precise mais ser virada manualmente, como outrora, é preciso, previamente, decidir se o livro será digitalizado através de aplicativos de OCR (Optical Character Recognition), para transformar as imagens capturadas em texto puro, editável, ou se será guardada como imagem, para preservar o aspecto de livros e documentos históricos.

Hoje já é possível deixar tudo a cargo da máquina, com ganhos em velocidade e precisão. Entretanto, mesmo os melhores equipamentos ainda precisam de alguma intervenção humana. Ou, pelo menos, até que a camicleta da Google saia do papel.

www.geek.com.br

 

May 03, 2009

Building a Successful Social Site



---------- Forwarded message ----------
From: ReadWriteWeb <editor@readwriteweb.com>
Date: Sun, May 3, 2009 at 8:03 AM
Subject: ReadWriteWeb
To:


ReadWriteWeb

Anthropology: The Art of Building a Successful Social Site

Posted: 02 May 2009 11:29 PM PDT

stack_overflow_may_09.jpgPicture if you will, a collaborative site that runs on two servers, is managed by four people, and has attracted a third of its target demographic within six months of launch. A site that has had 800,000 posts submitted by its users in its short lifetime and has 16 million pageviews/month - and growing.

This is the story of Stack Overflow, a free question and answer site built by developers for developers that has fostered a strong and committed online community in under one year. How? Easy, according to founder Joel Spolsky; all it takes is an understanding of anthropology and a lot of determination.

 

"As we move from the era of computing into the era of the Internet, we no longer need to worry about computer-human interaction." Joel Spolsky told a group of programmers at Google last month. "What we do have to think about [in the era of social networking] is human to human interaction," he said. And according to Spolsky, to do that, you have to think as an anthropologist does.

Anthropology and the Social Web

"In anthropology it's very clear that the environment that you create influences people and how they behave", Spolsky explained. "People will come into the environment and behave according to what you built in certain subtle ways; ways that you probably didn't think about."

He points to the Scalinata della Trinita dei Monti, or the Spanish Steps to further his point. "They were built to be stairs," he said, "from the Spanish Embassy at the base, up to the Trinita dei Monti at the top." Instead, they've become the "living room" for backpackers in Rome. "Partially it has to do with the steps being the perfect comfortable height to sit on," he said, but also, they provide a fantastic view of the Piazza di Spagna at the bottom.

"This was completely non intentional," he explained. "Similarly, the user interface you create for your applications will influence how people behave."

So what is Stack Overflow and why Does it Matter?

Founded by Joel Spolsky and Jeff Attwood, Stack Overflow is a free question and answer site designed to help developers get the most relevant answers from peers - and fast. Collaboratively built and maintained by a legion of committed developers, it is OS and language agnostic.

Stack Overflow came about because search engines are failing in a particular realm said Spolsky: "Expert Q&A; where you can ask an expert and the expert can give you a true and correct answer." And while he points out that a lot of the companies organized around search have tried to make question and answer type portals; no one site provides value.

And according to Spolsky, there are a variety of reasons why these sites are ineffective: Yahoo! Answers attracts too many adolescents seeking answers to questions about "reproductive sciences;" Mahalo Answers, the brainchild of Jason Calacanis, creates an environment where questions appear to be "scams;" AskVille, Amazon's creation emphasizes the question rather than the answer with its oversize version of a search box. Of course, there is one more; the one that must not be named, and perhaps the unofficial Raison d'etre for Stack Overflow, is basically just a big sneaky tricky mess.

Why Search Engines are Failing when it Comes to Collaborative Sites

According to Spolsky, there are certain reasons why search engines are failing when it comes to Q&A sites, and they are the same issues Stack Overflow is trying to solve.

  1. Sign-up scams: Sites that a search engine may send you to where you must first sign up and pay, if you want an answer.
  2. Register: A "road bump" that many sites have, and one Spolsky thinks reduces participation dramatically
  3. Wrong answers: When searching for highly technical questions, a search engine may send you to a forum that has multiple answers. If you are unsure which answer is the correct one, you waste too much time working through the wrong ones.
  4. Obsolete results: Google, for instance, will oftentimes give an older page priority. In turn, the page you are served is often outdated and no longer relevant.

The Nine Building Blocks of Social Engineering

9_so_strategies_may_09.jpg

To work around these problems, Stack Overflow was built on what Spolsky calls the nine "building blocks" in an effort to create a site that was anthropologically correct and would encourage people to behave in a way that would work. He also pointed out that every single one is copied from somewhere else.

  1. Voting: Copied from Reddit, via Digg, voting allows people to vote up answers they think are good. Stack Overflow tweaked its voting algorithm, giving the person who asked the question special power to select one answer as the official answer that will rise to the top regardless of what the community voted. The second answer, of course is always the highest ranked community answer.
  2. Tags: Tags allow users to specify perspective. For instance, Spolsky explained, "you can add that I'm asking this from a VB perspective, not a C# perspective." Stack Overflow is also customizable with tags, allowing users to specify which technology they are interested in, and typical of most social sites. What is not typical however, is the ability to ignore tags that Stack Overflow has built in.
  3. Editing: Taking a page out of Wikipedia, Stack Overflow allows users to edit both questions and answers; so answers could get better, rather than becoming "this frozen artifact on the Internet until the end of time," which is typical of most forum threads.
  4. Badges: "A soldier will fight long and hard for a bit of colored ribbon," said Napoleon once upon a time, and so Stack Overflow made the decision to reward its users with badges. Over time, the badges show credibility.
  5. Karma: People are willing to do for free what they're not willing to do for small amounts of money according to Spolsky and by offering karma, Stack Overflow encourages its users to do more. More Karma equals more privileges on the site.
  6. Pre-search: Once you begin typing your question, Stack Overflow's pre-search will do a quick search to see whether the question has been asked before and display the result for easy access and to prevent duplication issues.
  7. Google is UI: Stack Overflow was built around the assumption that people will go to Google which will send them to the right page. Each URL has the name of the question; each URL is permanent and clean, Metatags, sitemaps; anything and everything was done to ensure Stack Overflow's pages looked "reasonable to search engines."
  8. Performance: Ensuring answers are provided super fast was imperative. As a result, Stack Overflow is built on a Microsoft stack. "This entire site is serving 16 million pages a month and we're doing it off of two servers which are almost completely unloaded," said Spolsky. One server is a Web server, the other is running Microsoft SQL Server 2008 and both are 8 core Xeon's. While many may assume using an open source stack would be more efficient, Spolsky explained that while SQL Server licenses cost $5000 per box, the Microsoft stack is paying for itself in terms of reduced hardware.
  9. Critical Mass: It's imperative to have critical mass on day one; to ensure people are available to answer questions. "That was one of the reasons I asked Jeff Attwood to be involved in the site," Spolsky explained. Between Joel on Software (Spolsky's blog) and Coding Horror (Attwood's blog), the two had a combined visitor count of 1.3 million visitors per month. Combined with the weekly podcast the two began, they were certain to get at least 20-30 thousand programmers interested.

We've embedded Spolsky's talk below and it is well worth an hour of your time; particularly if you're interested in building, or have already created a social site; Stack Overflow's numbers speak for themselves.

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ReadWriteWeb Events Guide, 2 May 2009

Posted: 02 May 2009 06:12 PM PDT

Hey, folks. Itching to get out of the office and network with your peers? Check out the roundup below of exciting upcoming events, a weekly feature here on ReadWriteWeb.

Know of an event taking place that should appear here? Let us know in the comments below or contact us.


 

19 – 20 May 2009: New York City

Web 3.0 Conference

In turbulent economic times, it is critically important to understand what opportunities exist to make our businesses run better. The emergence of a new era of technologies, collectively known as Web 3.0, provides this kind of strategically significant opportunity.

The core idea behind web 3.0 is to extract much more meaningful, actionable insight from information. At the conference, we will explore how companies are using these technologies today, and should be using them tomorrow, for significant bottom line impact in areas like marketing, corporate information management, customer service, and personal productivity.

ReadWriteWeb readers save 15% with the discount code XRWW.



8 June 2009: London

Corporate Social Networking Forum

Taking place at the Riba in London, England, the Corporate Social Networking Forum lets you learn from global brands that have successfully implemented a social networking framework. Find out what impact this has had on day-to-day business; understand what products and tools are available to incorporate Web 2.0 functionality in your business; and listen to analysts, top commentators, and experts on how social media can improve employee satisfaction and output.

  • Evening networking reception
  • Discount for early booking (expires May 8th)


14 – 18 June 2009: San Jose

2009 Semantic Technology Conference

Business and government organizations have been pioneering semantics in knowledge-based applications. Increasingly they are now combining semantic web technologies to create even more powerful applications for data integration, SOA, collaboration, and publishing.

What are the big players doing in semantic search? Which startups are challenging them? How does semantic technology change search results? What are the key advantages and new opportunities that semantics provide in both the consumer and business search markets?

Semantic Applications and Use Cases will be presented by product developers and technical experts with semantic solutions in a rich variety of fields including: advertising, biomedical, business process management, chemistry, cloud computing, digital asset management, disaster preparedness, ecommerce, and more.



22 – 25 June 2009: Boston

Enterprise 2.0 Conference

The Enterprise 2.0 Conference is "the one place where business and IT professionals looking to leverage 2.0 technologies and culture can learn from real enterprise case-studies, get a glimpse of the future from thought leaders, demo the leading solutions and benefit from each other's experiences to help their organizations survive - even thrive - in today's marketplace."



22 – 23 September 2009: Singapore

Social Networking World Forum — Asia

This two-day conference hosted by the Social Networking World Forum - Asia features key speakers from social networking publishers, advertising agencies, industry analysts, software developers and equipment manufacturers, pay-TV and network service providers, mobile operators, and more.

  • Joint exhibition combining social networking and mobile social networking formats
  • Evening networking reception
  • Discount for early booking (expires August 21st)
  • Free pass for exhibition only


9 – 10 November 2009: Santa Clara, California

Social Networking World Forum — California

This event taking place at the Santa Clara Convention Center actually consists of three conferences: two days dedicated to social networking, one day dedicated to enterprise social media, and one day dedicated to social TV. Key speakers include social networking publishers, advertising agencies, industry analysts, software developers and equipment manufacturers, pay-TV and network service providers, mobile operators, and more.

  • Joint exhibition combining social networking and enterprise social media formats
  • Pre-show online meeting planner for delegates
  • Discount for early booking (expires September 25th)
  • Free pass for exhibition only


15 – 16 March 2010: London

2nd Annual Social Networking World Forum — London

The 2nd Annual Social Networking World Forum takes place at the Olympia Conference Centre in London. The two-day event features four dedicated conference streams:

  1. Social Networking World Forum
  2. Enterprise social media
  3. Social TV World Forum
  4. Mobile Social Networking Forum

The event features key speakers from global brands, organizations, social networking publishers and developers, pioneering social media leaders, top agencies, content producers, and more.

  • Full workshop program within exhibition area
  • Evening networking reception
  • Pre-show online meeting planner for delegates
  • Free pass for exhibition only
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Windows Marketplace for Mobile Opens to Developers

Posted: 02 May 2009 03:58 PM PDT

msoft_marketplace_logo.jpgMicrosoft today opened up its Windows Marketplace for Mobile to developers. The move, which brings Windows mobile up to date with Apple's App Store and the Android Market, provides developers yet another way to generate revenue from their applications.

According to Microsoft, the process is simple. You'll need a Live ID and $99 to sign up; to get paid, you'll need to provide bank account and tax identification details.

Sponsor

The Marketplace is designed for Windows phones running Windows Mobile 6.5, which are expected to go on sale sometime in September 2009, and as pointed out by Microsoft last month, developers will receive 70 percent of the revenue from the sales of each application. Developers will also have the ability to set the pricing for their apps.

microsoft_marketplace_may_09.jpg

Important to note, however, is the annual registration fee of $99 only allows you to put forward up to five submissions per registered year; additional submissions will cost $99. If you're a student developer, the registration fee will be waived if you enroll in Microsoft's DreamSpark program.

Although Windows Mobile only has a 5.98 per cent market share, Microsoft claims that more than 20 million smartphones were sold in 2008 that had its software on board. Given the Marketplace will be placed on every Windows phone, this is not an insignificant number, and one that may provide developers with the opportunity to earn a considerable amount of money.

More information can be found here.

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Developers: Never Mind the APIs, Here's YQL Execute

Posted: 02 May 2009 11:00 AM PDT

"I Tried YQL Execute and All I Got Was an Authenticated Javascript API Processing Layer in the Cloud"

There's a great amount of data available on the Web in APIs or even straight HTML. It's all there for the parsing - and parsed data from social media in particular is held to be a goldmine. But traditionally, it's the heavy lifting (the broad variety of programming languages used in APIs, the challenges presented by complicated authentications, the occasional need for massive pipes) that has made accessing and sorting data into useful applications a laborious process.

Yahoo!, chiefly to serve the needs of its own engineers, has been developing a sophisticated solution that is agnostic across all Internet platforms and that lowers both the burden of labor and the barriers to entry for social and other web application developers, many of whom are already singing the praises of the newly released YQL Execute.

Sponsor

"It adds a lot of power," said Mike Cannon-Brooks, co-founder of Atlassian, an Australian collaboration and development software company widely recognized as one of the biggest stars in the Enterprise 2.0 world.

"YQL Execute allows you to build tables of data from other sources online, using Javascript as a programming language and run it on Yahoo's servers, so the infrastructure needs are very small."

In the slightly more technical language presented on the Yahoo! Developer Network Blog, "The Execute element can contain arbitrary developer code that the YQL data engine runs during the processing of a YQL statement."

It also handles authentication for third party sites.

Is there anything like it currently on the market?

"Nothing... It's pretty awesome," said Cannon-Brooks.

Yahoo! Query Language

According to Yahoo! Chief Technologist Sam Pullara, the idea behind YQL (launched in October 2008) was to create an agnostic query language similar to SQL, a language familiar to most developers, and let developers use that language to use the Internet as a huge database. "If you make it universally and simply accessible so every application developer doesn't have to learn every API, it's be easier for developers to create apps from the data users have taken so much time to make available on the Internet."

Although YQL looks a lot like SQL, it treats the info on the web as a virtual table that developers can manipulate in a standardized way, regardless of the API that data came from. Developers only had to know how to use YQL to quickly create simple mashups.

Open Data Tables

Then, this February, Yahoo! launched open data tables. "Initially," said Pullara, "we had a lot of default tables in the system, mostly Yahoo! API, things like Flickr, local search, Yahoo! weather. For accessing the rest of the Internet, we created dynamic tables that understood things like XML, Atom, RSS, comma-separated value tables such as spreadsheets, etc. Dynamic tables let you access them but not abstract them. Open data tables let you map a 3rd party site, making the data accessible with YQL."

YQL was used to support a broad range of APIs, almost anything publicly available online, from FriendFeed and Google Reader to the Guardian newspaper. "No one has yet pointed out an API they can't figure out how to map," said Pullara.

However, some data could not be accessed without authentication, such as Google Calendar or Netflix. Those APIs were very often very sophisticated and even complicated for the end developer. For these APIs, Yahoo! rolled out YQL Execute on April 29.

YQL Execute

"With Execute," said Pullara, "the code only needs to be written once, and not necessarily by the app developer. The authentication is all covered by the Yahoo cloud."

YQL Execute also allows developers to access multiple services and get a single result back. For example, an app developer could call up New York Times articles with specific tags AND Flickr photos with related tags; YQL Execute would return a combined result with both articles and related photographs. Another benefit for developers is the use of the massive Yahoo! infrastructure, as all the heavy lifting of data is done on Yahoo! servers.

And because of the speed, simplicity, and scope of these tools, implications now range much farther than simple mashups. With access to authenticated and private data, more sophisticated applications can be written quickly and easily.

The Dark Side

"The fact is this: If you do not patent, if you do not copyright, if you do not privatize, and if you do not own, you will be ripped off by someone; and you asked for it."

The above quotation is from Scott D. Reinhart, who has been eyeball-deep in application development longer than many "social media gurus" have been out of high school.

Right alongside the generally held social media dictum that a rich data stream is inherently bankable, there is the hotly debated issue of data ownership. Especially when data is made more valuable by having been parsed, organized, and compared, and most especially when someone creates a revenue stream from previously unmonetizable data, questions of ownership and copyright flare up around the social web.

"Public APIs allow you to easily develop using mature platforms," said Reinhart, "but they [large IT and social media companies] usually have a hidden intention. In this case they advocate putting your database layer onto their systems... So let's say I use the Yahoo! data layer, I use BizSpark to get my development tools, and I am making MySpace (Open Social) and Facebook apps using jQuery - who owns my code? Technically, they own everything. They can claim I just made a mashup.

"I would, as someone approaching these systems, stop drinking the Kool-Aid and read the terms of use. Check what it says about ownership."

Yahoo! Servers for YQL Developers

However, Pullara said of Yahoo!'s claim to developers' IP, "We don't own anything.

"If you create an open data table, there's no requirement to upload it to Yahoo! We do cache data that we pull from APIs and the web to make it faster, but we don't store that data. It passes through without being collected for permanent storage."

By contrast, with other services such as Google or Amazon Web Services, developers are required to upload their data, which is stored and executed on the company's systems. In using Yahoo! YQL, a developer's data has "a very transient experience and expires from the cache," said Pullara. "It's a convenience, not a requirement in any way."

The Price of Free

Yahoo! has begun investigating potential commercialization of YQL technologies.

"We want to enable rather than discourage more useage ," said Pullara. "And while people don't want to pay, they do want to know they're a customer and have a relationship with Yahoo!"

Currently, Yahoo! has set certain limits on use of their infrastructure. App developers are limited to 100,000 calls per day, per IP address. If the application runs in a browser (hence, on many different IPs), it's a non-issue. Pullara said, "The limit targets those who would abuse the platform... people who might spin up DoS attacks. You have to have controls in place to make sure that doesn't happen."

Many developers are enthusiastic about the legitimate and value-adding implementations of the technologies. "The YQL improvements are just sex on legs," said Cannon-Brooks via Twitter. "The most exciting, least talked about 'tech of now' is YQL."

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Weekly Wrapup: Facebook vs Twitter, State of the Web, Google Public Data, And More...

Posted: 02 May 2009 06:00 AM PDT

In this edition of the Weekly Wrapup, our newsletter summarizing the top stories of the week, we look at how and why Google is making public data searchable, provide a succinct update on the state of the Web, review Facebook's latest efforts to open some of its data, question why Facebook is trying to be like Twitter, and more. We also introduce you to our new channel ReadWriteStart, which is dedicated to profiling startups and entrepreneurs.

 

 



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Web Trends

Google Begins to Make Public Data Searchable

Google just announced its first foray into making public data searchable and viewable in graph form. The company is starting with population and unemployment data from around the US but promises to make far more data sets searchable in the future. The potential significance of making aggregate data about our world easy to visualize, cross reference and compare can't be overstated.

Most of us understand the world based on stories we've put together from our own lived experience. Another way to understand things is by finding patterns drawn from everyone's experience in aggregate. Journalists often find big patterns and then zoom in to particular life stories that exemplify those general trends but make them easier for us to relate to as individuals. Those stories then help move public opinion in favor of policies that aim to change the general trends. That's just one way that easily searchable public data can be very, very important.

Mapping the Current Web Transition

A year ago, I wrote a magnum opus three-part post that attempted to chronicle some of the underlying changes happening in the economy and how this would impact web technology ventures. "Useful, but too long" was a recurring comment. So, here is a one-year update, much shorter. And hopefully a bit clearer, seeing as we are further into this transition.

The Grossly Over-Simplified Web Transition Chart

  Pre-Historic Recent History Now Future
Phase 1.0 2.0 2.5 3.0
A.k.a. Dot-com Social media Get real Main Street
Social Media Experiments Closed SNS Fragmentation Open and pervasive
Revenue Investors Advertisers Mixed Subs. & Trans.
Advertising CPM CPC Mixed CPA = Subs. & Trans.
Content HTML paid creators UGC + RDBMS Curate & semantify UGC + semantic
Start-Up Hero Investment banker VC Nobody Entrepreneur

Despite New Openness, Facebook Remains Fundamentally Closed

What are people saying on Facebook about the swine flu? Facebook knows, but they won't tell you. The company made a major move this week to open up some of the data on the site in some interesting ways - but the conversation on Facebook remains fundamentally closed due to extensive privacy limitations and the company's disinterest in overcoming those limitations in an appropriate way.

Ask Twitter what people are saying on that site about the swine flu and you can get the full story to parse until you're blue in the face. The new Facebook openness is like interoperability between different telephone handset manufacturers but conversation remains closed between individuals. Conversation on Facebook is no more easy to analyze today than it was yesterday; that's the real opportunity here, not just the ability to send and receive Facebook messages through different applications.

Would you accept Facebook making your account public in the future?(online surveys)

Facebook Has Twitter Envy - But Why?

It is no secret that Facebook has Twitter envy. The number one social networking site is not content to win over rival MySpace. It is not satisfied being far ahead of Google on the social web. Facebook now has Twitter firmly in its crosshairs.

True, Twitter traffic has gone through the roof. True, Twitter is the new killer app, the new cool kid on the block. And yes, even Oprah now loves Twitter. But does this mean Facebook should be worried? Well, maybe yes, but likely no, because Twitter and Facebook are two very different services.

The Future of Advertising is Shakable and Location-Based

Last month, you may remember having heard about a special iPhone ad from Dockers. Its claim to fame was that it was the world's first "shakable" ad. Called "Shakedown to Get Down," the ad prompted users to shake the phone in order to set the on-screen freestyle dancer into motion. The dancer, of course, wore Dockers. It was certainly a clever attention-getter at the time, something that had everyone talking. But this ad wasn't just a one-off experimental project - it was representative of the start of a new trend and one that's going to change advertising as we know it.


Opera Reports Explosive Mobile Web Growth Worldwide

If you need any more proof of how fast the mobile web is growing, just look at the latest numbers coming out of Opera this week. The company is reporting a 157% increase in usage of their Opera Mini web browser from March 2008 to March 2009. And the mobile web isn't just booming here in the Western world - it's also experiencing rapid growth in places like Latin America and Nigeria, too.

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A Word from Our Sponsors

We'd like to thank ReadWriteWeb's sponsors, without whom we couldn't bring you all these stories every week!

  • Mashery is the leading provider of API management services.
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  • SixApart provides our publishing software MT4.

ReadWriteStart

Our new channel ReadWriteStart, sponsored by Microsoft BizSpark, is dedicated to profiling startups and entrepreneurs.

Union Square Ventures: The Best of the Valley in New York (RWS Interview)

Albert Wenger is one of three partners at USV. Fred Wilson is the well-known one because of his blog, and Brad Burnham is Fred's original partner from when USV was founded. Albert Wenger became a partner in June 2007, having worked with USV in his role as President of Delicious, and is on the Board of Etsy. One venture that Albert led for USV was 10Gen, and we look at that in this post. We started by asking a question we have been asking of all investors: "How is early-stage financing doing during this downturn compared to the last one in 2001/2002?"

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Web Products

Consolidation in the EBook Market: Amazon Acquires Stanza

amazon_lexcyle.pngLexcycle, the company behind Stanza, a popular eBook reader for the iPhone, just announced that it has been acquired by Amazon. Amazon, of course, also just released Kindle for iPhone, which is now one of the most popular mobile eBook readers. According to Lexcycle, the company does not plan to make any changes to the Stanza app or user experience because of this acquisition, and Lexcycle will continue its relationships with its content partners. Neither Stanza nor Amazon disclosed the price of the acquisition.

A Mobile App That Saves Lives, Literally

DataDyne's EpiSurveyor program, funded by the United Nations Foundation and the Vodafone Foundation, has been implementing mobile technology to track and contain disease in developing nations since 2007.

In a recent and potentially devastating polio outbreak in Kenya, EpiSurveyor's new mobile platform was used to track virus carriers and immunize affected children. The campaign targeted around 2 million Kenyan children. Mobile tech will be used exclusively for new nationwide initiatives in children's healthcare, and the World Health Organization has made EpiSurveyor the standard for data collection in sub-Saharan Africa. Screenshots and video included below.

Amazon's Web Services Go To School

aws_education_logo_apr09.pngAmazon just announced AWS in Education, a new program that will give students and educators free access to Amazon's Web Services (AWS) for work on research projects, class assignments, or other entrepreneurial projects on campus. Grants for researchers will be offered four times a year, and educators can request Teaching Grants, which would give every student in a teacher's class $100 in AWS credits. Students who are working on entrepreneurial class projects can also apply for grants.

IBM Launches World's Geekiest Social Network, My developerWorks

Many a neutech hipster looked askance at the huge IBM-plex situated front and center at this year's Web 2.0 conference.

No one could deny the hardware/software/services giant's place in tech history (their first plant is now almost 100 years old), but what does it have to do with the glassy, streamy, widgety world that tech had become? IBM staff on-site had many answers for that oft-repeated question, which was usually phrased, roughly, "What the hell are you guys doing here?"

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ReadWriteHire

Who's Getting Hired in Tech? Q1 Numbers from ReadWriteHire

readwritehirelogomarch.jpgRapleaf's Auren Hoffman says that hiring is harder in a downturn because the noise goes up but the quality stays the same. That's a pretty strong statement to make, but if it's true then it's all the more remarkable to see which companies are making hires now.

Our site ReadWriteHire covers new hires in tech and new media. We've just published our aggregate numbers for the first 3 months of 2009. Who's hiring? Software and IT companies, social media and social networking companies and marketing and advertising firms.

SUBSCRIBE TO READWRITEHIRE FOR THE LATEST NEWS ON JOB HIRES IN TECH

That's a wrap for another week! Enjoy your weekend everyone.

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